O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, começa a preparar sua saída do #Governo Federal. Segundo o jornalista Ricardo Noblat, do Blog do Noblat, o motivo seria a Presidente #Dilma Rousseff não concordar com o que ele sugere e propõe. O economista bem-sucedido e executivo de banco quer sair do Ministério da Fazenda.

Durante a sabatina no Congresso Nacional, na última terça-feira, 01 de setembro, Levy declarou que a situação do Brasil é grave e persistente.

O ministro disse que quando as coisas ficam desfavoráveis, a gente descobre onde estão os problemas. Levy afirmou que os problemas são de muitos anos e que estavam mascarados por alguma situação.

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O economista ainda brincou: “Na maré baixa é que você descobre quem está com calção e quem está sem calção”.

Sobre a #Crise econômica, Joaquim Levy disse que a solução passa por um desafio da sociedade e do Congresso. Para ele, o governo do PT terá que fazer um “sacrifício" para conter as despesas e terá que procurar novas fontes de receita.

Na opinião do experiente jornalista Ricardo Noblat, de O Globo, Levy estaria avaliando a melhor hora de sair, sem parecer derrotado. O futuro ainda é incerto.

Joaquim Levy

É PhD em economia pela Universidade de Chicago, mestre em economia pela Fundação Getúlio Vargas e graduado em engenheira naval pela Universidade do Rio de Janeiro. Ele aceitou ser ministro de Dilma e assumiu o cargo em janeiro desse ano.

Problemas antigos

A crise econômica não começou nas mãos de Joaquim Levy, ele está há apenas 8 meses no governo.

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O antigo ministro da Fazenda, Guido Mantega, parece ter sido esquecido. Mantega ficou no cargo de ministro da Fazendo entre março de 2006 até janeiro de 2015. Hoje, aos 66 anos deixou o governo petista e não sabe de mais nada.

Antes dele, ainda tivemos Antonio Palocci como ministro da Fazenda entre janeiro de 2003 e março de 2006. O petista é médico e foi acusado de corrupção no escândalo Mensalão, no ano de 2005.

Palocci também foi prefeito de Ribeirão Preto e foi acusado de fraudar licitação para compra de cestas básicas. Seu ex-secretário Rogério Buratti o acusou de receber entre 2001 e 2004, R$ 50 mil mensais de propina.

Documentos revelados pela revista Época, também mostram que Palocci recebeu R$ 12 milhões de empresas quando coordenava a campanha de Dilma no ano de 2010. Segundo a revista, no dia em que ele foi anunciado ministro de Dilma, Palocci recebeu R$ 1 milhão em sua consultoria.