O ministro da Saúde, Arthur Chioro, foi demitido na manhã desta terça-feira (29). De acordo com a informação de Ancelmo Gois, do O Globo, para avisar que ele não estava mais ocupando a cadeira, a presidente #Dilma Rousseff deu um telefonema.

Durante a conversa de apenas dois minutos, Dilma informou que o “tempo dele” durante o seu #Governo havia se esgotado.  Pelo informado, não houve uma reunião ou um "muito obrigado". A conversa foi curta e simplesmente dispensou o ministro Arthur Chioro. Isso aconteceu após Arthur Chioro reclamar da falta de recursos para a pasta.

A cadeira agora está vaga e provavelmente será ocupada pelo PMDB.

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Um dos nomes cotados para assumir a vaga é o do Deputado Federal Manoel Júnior, pois ele está na lista entregue na semana anterior para o governo, de pessoas indicadas pelo partido para ocupar grandes cargos.

Além dele, na lista entregue pelo líder do PMDB também estavam citados: Marcelo Castro (PI), Sérgio Souza (PR), Celso Pansera (RJ), José Priante (PA) e Leonardo Quintão (MG)

Dilma Rousseff ainda não definiu quem ocupará a vaga.

Declarações de Arthur Chioro

A saída do ministro já era praticamente certa, pois nas últimas negociações a vaga provavelmente seria dada para um nome do PMDB. O ex-ministro da Saúde, Arthur Chioro, então resolveu falar e declarou que independentemente de quem estiver a frente do ministério da saúde terá uma “situação inadministrável."

Ele se refere ao Projeto da Lei Orçamentária que foi enviado pelo governo ao Congresso.

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Se for aprovado, os recursos para pagar o básico, como médicos e ambulâncias, durariam apenas até o mês de setembro do próximo ano. De acordo com ele, este cenário nunca foi visto desde que o Sistema Único de Saúde foi criado, há 25 anos.

O ex-ministro da Saúde, Arthur Chioro, tinha dito em entrevista dada para o jornal O Estado de S. Paulo que permaneceria como ministro até “o último segundo”. As declarações dadas podem ter contribuído para que a sua demissão fosse feita antes do programado pela presidente Dilma Rousseff. #PT