O Partido Social Cristão (PSC-SP) confirmou a pré-candidatura do deputado federal Marco Feliciano à prefeitura de São Paulo. O anúncio foi feito após reunião com a Executiva Nacional e Municipal do partido nesta segunda-feira (31).

Pastor da Assembleia de Deus, Marco — que já está em seu segundo mandato como deputado federal — ganhou popularidade em nível nacional pelo seu posicionamento contra a união homoafetiva, inclusive tendo repercussão nas redes sociais, sendo observado pelo partido como positiva, e que visava aproveitar essa repercussão para popularizar e fortalecer o partido.

Nesta nova empreitada, a ideia inicial do PSC, através do seu presidente, o Pastor Everaldo — que tentou a presidência da República no ano passado —, é de buscar apoio de outros partidos para aumentar o tempo na TV, apostando como uma das formas para alavancar a campanha.

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Além disso, Marco Feliciano poderá aproveitar a sua influência no meio evangélico, buscando apoio de líderes de igrejas cristãs. Entre eles, o Silas Malafaia.

Mas não é somente de evangélicos e eleitores pró-família que se ganha uma eleição - e o partido sabe muito bem disso, inclusive o próprio Marco Feliciano. Prova disso que publicou recentemente em seu perfil no Facebook que poderá organizar uma equipe técnica para identificar e mapear os problemas da cidade de São Paulo para que através destes dados sejam criados os projetos da pré-campanha — e assim, alcançando outros públicos.

"O atual prefeito, Fernando Haddad (PT), que deve também tentar a reeleição e a senadora Marta Suplicy (PMDB), que por duas vezes já foi prefeita de São Paulo podem ser grandes adversários", especulam comentaristas políticos.

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 Além desses, José Luiz Datena, apresentador da Band, que disputará pelo Partido Progressista (PP) e o Celso Russomanno (PRB). Já o PSDB vai escolher entre um dos seguintes nomes: o empresário João Dória Júnior, que já se apresentou recentemente, e os deputados federais Ricardo Trípoli e Bruno Covas e o vereador Andrea Matarazzo.

É possível que, independente de ser eleito — ou não —, a candidatura seja uma ponte mais curta para ele tentar a candidatura à presidência da república — um sonho antigo do Marco Feliciano. #Governo #Eleições