A ordem é reforçar a segurança da presidente da república Dilma Rousseff. A informação foi confirmada pelo ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional do Palácio do Planalto, general José Elito Carvalho Siqueira. Foi dele que partiu a ordem para que existam mais homens reforçando a segurança de tudo o que está em volta da líder do #Governo. Isso porque a presidente fará um desfile pela comemoração do 7 de setembro, em Brasília. A organização da cerimônia ainda não decidiu se Rousseff irá aparecer em carro aberto ou fechado.

A decisão do general aparece dias depois que Matheus Sathler Garcia, um advogado, usou o Youtube para dizer que tiraria a cabeça de Dilma durante o desfile de sete de setembro.

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O profissional jurídico disse que fará a medida caso Dilma não renuncie até este domingo, 06. Além de dizer que quer tirar a cabeça da governante, o homem que chegou a se candidatar a deputado pelo PSDB no ano passado, ainda deu a sugestão que Dilma recorresse ao mesmo método de Getúlio Vargas para deixar o governo, ou seja, ele mandou ela se suicidar. 

De acordo com informações de um site ligado ao Partido dos Trabalhadores, depois da ameaça, o deputado Paulo Pimenta, do PT do Rio Grande do Sul, pediu a ajuda do Ministério da Justiça e também da Polícia Federal. O objetivo é que os órgãos investiguem o episódio. Além do deputado, Marcus Vinícius Coêlho, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB, disse que um processo disciplinar seria aberto contra o advogado. A polícia chegou a entrar na casa de Sathler, mas o advogado simplesmente sumiu e não foi encontrado para receber uma notificação. 

A polícia acredita que o advogado tenha ido para São Paulo para participar dos protestos contra Dilma, mas pelo sim pelo não, a ordem é que a segurança da presidente seja reforçada.

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O caso é tratado como terrorismo pelo governo. Os familiares do investigado disseram que o homem que ameaça Dilma está passando por problemas psicológicos e que ele pode ter passado por um surto antes de publicar o polêmico vídeo na internet.  #Dilma Rousseff