A paralisação dos servidores dos Correios que teve início na última terça, 15, já afeta cerca de 86% das entregas. Dentre os estados que aderiram ao movimento estão: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. 

Algumas negociações já estão sendo feitas, porém a maioria dos sindicatos rejeitaram e permanecem em #Greve, por tempo indeterminado.

Agências dos Correios permanecem abertas

Apesar da greve, as agências dos Correios permanecem abertas e estão recebendo as mercadorias para envios. A área mais afetada até o momento diz respeito à distribuição dos pacotes já que a maioria dos grevistas são carteiros que reivindicam melhores salários e condições de trabalho.

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Greve nos Correios são recorrentes

Nos últimos 5 anos, as paralisações nos Correios se tornaram recorrentes. Para se ter ideia, desde 2010 ocorre greve entre os meses de agosto e setembro. As reivindicações são basicamente as mesmas.

O Tribunal Superior do Trabalho numa tentativa de reverter a situação, ofereceu um reajuste de R$ 200 como gratificação, para serem pagos, R$ 150 em agosto e R$ 50 em janeiro do ano que vem. Também foi oferecido manutenção no plano de saúde, benefícios como vale refeição, cesta, auxílio creche e babá além de auxílio para dependentes especiais. Esses valores são cerca de 15% do salário base dos atendentes dos correios, carteiros e operadores de transbordo e triagem.

Faturas devem ser pagas

Com a paralisação dos Correios, a maioria das contas estão sendo entregues com atrasos, muitas vezes superando as datas de vencimento. 

A orientação do PROCON é que as faturas sejam pagas ainda que não recebidas dentro do prazo.

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A maioria das empresas de cartões de crédito e contas estão disponibilizando os códigos de barra via SMS ou telefone para que não haja atrasos nos pagamentos.

O PROCON também aconselha que os clientes entrem em contato com os credores antes do prazo para que não haja cobranças de multas, caso os mesmos não enviem os códigos de barra. #Governo