O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, estaria articulando sua saída do #Governo. De acordo com assessores da presidente, o ministro estaria insistindo em ambiguidades da gestão da presidente de Dilma Rousseff e com isso colocando a própria corda no pescoço. Os principais pontos divergentes entre Levy e Dilma seriam na área fiscal e também na dificuldade de ser realizar mais cortes. Mesmo que Dilma dispense o ministro, ou até que ele desista do cargo, a presidente entra em uma dificuldade sem fim em sua gestão. O fato só atrapalharia o momento que parecia ser menos problemático. 

De acordo com informações do jornal Folha de São Paulo em publicação realizada nesta terça-feira, 29, uma fonte ligada a presidente diz que o principal temor de Dilma é que o ministro saia no pior momento, o que daria a impressão de uma gestão mais do que derrotada.

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A informação aparece em um momento em que a oposição bate forte no governo federal. Nesta segunda-feira, 28, por exemplo, uma propaganda partidária do PSDB mostrou máscaras caindo com o rosto de Dilma e chamou a presidente da república de mentirosa. Entrevistas de Rousseff se contradizendo também foram exibidas. O senador por Minas Gerais, Aécio Neves, informou ainda que o partido é contra a volta da CPMF, um imposto cobrado durante a compra e venda de produtos. A própria líder do Partido dos Trabalhadores já tinha sido contra a volta desse imposto, mas o momento econômico é péssimo, o que fez Dilma mudar de ideia.

Joaquim Levy tem dado entrevistas falando mal do governo e defendendo mais cortes, que só isso faria retornar o grau de investimento no país na 'Standard e Poor's'. O momento é tão ruim que nem mais pesquisas sobre a insatisfação com o governo federal são divulgadas.

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Na última delas, divulgada pelo Datafolha no início de agosto, a aliada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apareceu com 71% de rejeição dos eleitores. O desemprego também aumentou no último mês e já chega perto de 9% nas regiões metropolitanas brasileiras.  #Dilma Rousseff