Na tentativa de criar um movimento, a oposição contará com a presença de vários deputados a aderirem a causa de um pró-impeachment contra a presidente Dilma. A ideia com o apoio da sociedade é criar gráficos, movimentos, sites, mensagens em rede sociais que defendam a saída da presidente Dilma Roussef da presidência da República, os deputados dos partidos envolvidos são PSDB, DEM, PPS, PSC e o PMDB.

Os partidos têm como ideia principal montar uma frente parlamentar, mas como isso exige assinatura, muitos exigiram um movimento para preservar a própria imagem e identidade de cada um. Conforme descrito no jornal o Estado de São Paulo a oposição lançará movimento pró-impeachment de Dilma na Câmara dos Deputados já na próxima semana.

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Segundo a informação de uma fonte, será criado um material gráfico em um site de apoio ao movimento, para que este seja o meio de comunicação entre os integrantes.

Os principais motivos do #Impeachment foram os erros cometidos por Dilma, chamados de crime de responsabilidade fiscal, as chamadas "pedaladas fiscais", e ainda procuram por eventuais crimes eleitorais, já solicitada investigação para a Procuradoria Geral de República pelo ministro Gilmar Mendes (Vice presidente do T.S.E).

Para que Dilma seja afastada é necessário pelo menos de 342 votos a favor de seu impeachment dos 513 deputados, o julgamento ocorrerá no próprio Senado. Caso  ocorra o impeachment, Michel Temer (PMDB) assumirá a presidência, e ela também ficará impedida por oito anos de se candidatar a qualquer cargo.

Michel Temer não acredita que ela consiga escapar deste impeachment por ter tanta impopularidade atualmente, porém ele deixou bem claro que ela não vai renunciar, porque ela é guerreira e não vai desistir assim tão fácil, disse também "se a chapa for cassada retornarei a casa feliz, ela vai pra casa, não sei se feliz.", afirmou.

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Vale lembrar que o até agora o Brasil teve apenas um único presidente a sofrer um impeachment, foi, Fernando Collor de Mello, ocorreu  no dia 29 de setembro de 1992, ele teve 441 votos a favor e 38 contras, e ficou inelegível por 8 anos.  #Dilma Rousseff #Crise