O ex-governador do Ceará e ex-ministro de Educação, no segundo #Governo de Dilma Rousseff, Cid Gomes voltou a fazer declarações fortes contra a cúpula do governo. Desta vez, no evento de sua filiação ao PDT, Cid Gomes voltou a atacar o governo. A ida do ex-ministro para o novo partido configura a sua sétima filiação a um partido político durante toda a sua trajetória. Cid fez declarações fortes contra Michel Temer, o qual acusou de ser o líder de uma quadrilha dentro do Palácio do Planalto. O mesmo não poupou munição para Eduardo Cunha, considerado por ele, a verdadeira escória da política brasileira.

Cid Gomes participou do evento de filiação do PDT, neste último sábado, dia 17, em Fortaleza.

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O mesmo, juntamente com outros políticos, que fazem parte do grupo dos irmãos Ferreira Gomes, como é conhecido o grupo político formado por Cid e seu irmão, o também político, Ciro Gomes, assinou a ficha de filiação ao PDT. O evento contou com a participação de várias lideranças políticas, que ali estiveram presentes para dar apoio e as boas vindas ao mais novo integrante do partido.

Estavam presentes no ato, o presidente nacional do Partido, o ex-ministro do Trabalho, Carlos Lupi e o ministro das Comunicações , o deputado federal cearense André Figueiredo. Além destes, o irmão de Cid, Ciro Gomes e o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, também prestigiaram o evento.

Antes da assinatura da ficha de filiação, Cid Gomes discursou para os presentes. Na suas colocações, teceu pesadas críticas contra o governo e em especial para o presidente da Câmara dos Deputados, #Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ao vice Michel Temer, pertencente ao mesmo partido de Cunha.

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Para Cid, Temer é o verdadeiro líder dos achacadores.

Ele o chamou de "chefe da quadrilha que achaca o Brasil". Completando esta tese, ele afirmou que o atual partido, o PMDB, que divide o poder com o PT, constitui uma aglomeração em processo de podridão e adepto do velho fisiologismo político. Quanto ao presidente da Câmara, o ex-governador do Ceará afirmou que Cunha é o típico e mais atual exemplo vivo, do que representa o cinismo demoníaco dentro da política brasileira e a podridão extrema.

Vale lembrar que, no início do segundo mandato da presidente Dilma, quando Cid era ministro da Educação, ele pediu demissão do cargo, após chamar publicamente Cunha de achacador, em plena sessão do plenário da Câmara dos Deputados.

Após assinatura da ficha de filiação de Cid Gomes, o evento transformou-se numa espécie de pré-lançamento da candidatura de seu irmão Ciro Gomes à presidência da República em 2018. Todos os presentes saudaram Ciro e ficou anunciado o pontapé, por parte do PDT e seus aliados, de um trabalho intenso por parte de todos os políticos do partido, para viabilizar a condução do irmão de Cid Gomes ao cargo máximo do país, a presidência da República. #Crise