A presidente da Brasil, Dilma Roussef atravessa uma luta árdua no sentido de reorganizar o seu governo que vem sendo bombardeado por escândalos políticos e econômicos. Há quem diga justamente o contrário, onde o bloco dos defensores da presidente anuncia que foi somente no governo do #PT que roubos e bandalheiras no governo e setor privado, foram de fato investigados e combatidos. Já os opositores do planalto, afirmam que foi neste governo de esquerda que a corrupção atingiu proporções nunca antes vistas.

Fato é que se Dilma não conseguir rapidamente reassumir o controle da situação política do país junto à base aliada e ao seu próprio partido, o PT, ela não dará continuidade ao ajuste fiscal que pode levar o país a um novo e tão esperado crescimento.

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Para isto a presidente promoveu ações que visam à redução da quantidade de ministérios e até cortes no seu próprio salário e dos seus ministros conforme informações veiculadas no sábado de 03/10/2015 em um famoso jornal norte-americano.

A mesma fonte de notícia ainda publicou que o ex-presidente antecessor de Dilma por 2 mandatos, Luiz Inácio Lula da Silva está trabalhando avidamente nas manobras da reforma ministerial que vem acontecendo no governo de Dilma. Tanto que a série de mudanças anunciadas no dia 02/10/2015, nada mais é que um esforço do governo e de sua presidente para ter suporte nas propostas menos amistosas em relação ao ajuste fiscal indicado pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy. Todavia a situação é difícil, já que as solicitações de renúncia da presidente não fazem se não aumentar o coro.

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Parece que o único que lucra com a tão falada reforma ministerial é o partido do PMDB que aumenta de poder; enfim, os críticos tanto de direita quanto de esquerda, não vêem este aumento de musculatura política do partido com bons olhos, pois alegam que os caciques do mesmo, sempre estiveram do lado de quem detém o poder, mas para se recuperar alguma força de decisão por parte do PT, tudo se torna válido.

Os jornalistas norte-americanos acentuam que a presidente Dilma está sendo atacada pelos pedidos de impeachment devido a influência das denúncias de corrupção que abocanham o seu partido político, o PT, devido principalmente as festas de subornos, propinas e escândalos da Petrobras.

Por outro lado, "a manutenção de Dilma no poder em Brasília pode ainda ter tempo de ganhar reforço", escreve o jornal, já que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), forte opositor de Dilma e do PT, está agora "na defensiva", uma vez que autoridades da Suíça confirmaram que o mesmo possui contas bancárias até então desconhecidas pelos brasileiros, naquele país.

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Isto é que é falar que o discurso não corresponde a prática.

Será que as reformas ministeriais e os cortes de salários anunciados pela presidente não passam da simbologia de um espetáculo teatral? Pois até onde os especialistas afirmam e a população sente na pele, os problemas fiscais do Brasil são muito superiores a todas estas manobras; até mesmo porque Dilma reduziu seu salário e da tropa de seus ministros em 10% ou uma gota de água no oceano. #Blasting News Brasil #Crise no Brasil