#Eduardo Cunha, deputado federal(PMDB-RJ), que atualmente ocupa a presidência da Câmara dos Deputados em Brasília, afirmou hoje, dia 10, em declaração por telefone ao canal Globonews, que sob nenhuma hipótese renunciará ao cargo de presidente do Legislativo. O mesmo é alvo de investigações pela operação lava Jato, pelo recebimento de propinas em negócios da Petrobras. Recentemente, ele foi alvo de denúncias, pelo governo suíço, que manteria contas, que juntas, totalizariam cerca de 5 milhões de reais. Nova denúncias estão surgindo, o que reforça a denúncia vinda da Suíça, da utilização destas contas pela mulher do deputado para pagamentos de despesas pessoais no exterior.

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Neste sábado, dia 10, o presidente da Câmara dos Deputados, em Brasília, reiterou a sua decisão de que jamais renunciará à presidência da Câmara dos Deputados, mesmo que seja pressionado por todos os lados e apesar das novas denúncias que estão surgindo. O mesmo declarou que podem retirar qualquer tipo de apoio. Cunha afirma que não podem tirá-lo do cargo e que possui direto à defesa plena, no caso em questão.

Cunha já vinha sendo investigado pela denúncia de ter recebido cerca de 5 milhões em propinas, em negócio de exploração de petróleo, para o aluguel de navios-sonda. Agora as denúncias trazidas à tona pelo ministério suíço, dão conta que o deputado enviou dinheiro ao exterior para abastecer contas pessoais em nome de familiares. As investigações  apontam  para um total de cerca de 23 milhões de reais desviados para estas contas.

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Os líderes do partido na câmara federal tentam um diálogo com Cunha, para que o mesmo possa  rever a sua posição e aceitar a renúncia ao cargo, visto que, diante de tantas denúncias, seria a atitude mais coerente a ser tomada. Eduardo Cunha não se intimida, mesmo que seja dado prosseguimento,ao pedido de impeachment, impetrado pelo PSOL,  Ainda como atitude para se evitar outro constrangimento, os deputados da oposição tais como PSDB, DEM e PPS, irão também  sugerir a renúncia ao deputado. Eles se prontificaram a esperar uma resposta do deputado, no máximo, até terça-feira, para que outra posição possa ser defendida.

Os ministros ligados ao governo afirmam que, Eduardo Cunha, poderá pôr em prática, uma série de ações que possam representar retaliação à série de denúncias que venha enfrentando. Estas ações compreendem a aceleração do processo de votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Os advogados, que defendem o presidente da Câmara, afirmam que o seu cliente ainda não foi notificado do teor das denúncias pela justiça. Eles afirmam que tem conhecimento dos fatos que envolvem Cunha, apenas pela imprensa. Eles questionam o fato de que as informações, que deveriam estar sobre segredo de justiça, o que é garantido por meio de acordos internacionais e pela Constituição, estão sendo amplamente divulgadas na imprensa nacional. #Corrupção #Blasting News Brasil