O ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio #Lula da Silva, será convocado a prestar depoimento à Polícia Federal brasileira sobre a operação Lava-Jato em no máximo dois meses, em data que será marcada nas próximas semanas.

No entanto, de acordo com Teori Zavascki, ministro do STF - Supremo Tribunal Federal, Lula será convocado para prestar depoimento como informante e não como réu, ou seja, o ex-presidente ainda não está sob investigação no caso.

De acordo com um relatório enviado pela Polícia Federal ao STF - Supremo Tribunal Federal, Lula pode ter sido beneficiado com vantagens pessoais ou com vantagens econômicas pelo esquema de corrupção no qual a Petrobras está envolvida pelo fato de ter sido presidente do Brasil na ocasião em que a fraude começou.

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Segundo o jornal O Globo, Rodrigo Janot, o procurador-geral da República, já autorizou as autoridades competentes a colherem o depoimento de Lula, na condição de informante. É o procurador-geral da República, no caso Janot, que se tornou o responsável pelos desdobramentos de qualquer investigação que envolva o #Governo brasileiro.

Já o ex-presidente Lula, na condição de informante e não de investigado, será convocado para a captação de informações complementares para a investigação do esquema de corrupção da Petrobras e não como réu do caso. Estas duas explicações foram fornecidas pelo ministro Teori Zavascki em entrevista recente.

Questionado sobre uma possível investigação contra a atual presidente, Dilma Rousseff, em relação à Operação Lava-Jato, o ministro afirmou que o órgão que poderá decidir isso (ou não) é o Ministério Público Federal, que possui plenos poderes para tal, sendo que STF - Supremo Tribunal Federal não possui a liberdade de especular sobre o assunto. 

No inquérito que investiga o esquema, políticos de vários partidos são suspeitos de fraudar a Petrobras e poderão responder pelo crime de formação de quadrilha.

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As empresas envolvidas em doações ou prestação de serviços para a Petrobras também estão tendo os seus representantes investigados. #Lava Jato