A reforma ministerial anunciada pela presidente #Dilma Rousseff na última sexta-feira (2) impacta diretamente no primeiro escalão do #Governo. Nomes importantes como Aloízio Mercadante, Aldo Rebelo e Jaques Wagner foram deslocados para novos cargos e saíram dos antigos ministérios que comandavam. Wagner assumiu a Casa Civil, Rebelo foi para a Defesa e Mercadante para a Educação.

O PMDB, partido de Michel Temer, vice-presidente de Dilma, foi quem mais saiu ganhando na nova composição. Antes no comando de seis pastas, o partido passou a sete ao ganhar o controle do Ministério da Saúde, que a partir de agora será dirigido por Marcelo Castro.

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Dilma também anunciou uma série de medidas que visam aliviar as finanças da máquina pública. Extinção de ministérios (de 39 passou para 31), cortes de cargos, redução de salários e revisão de diversos contratos estão entre as ações de ordem econômica.

“É um momento de transição. Precisamos entender que, de um ciclo, estamos indo para um outro ciclo, que será de expansão, sólido e permanente. Fizemos cortes significativos no Orçamento e em todas as nossas despesas, mas quero garantir que seguiremos desenvolvendo políticas de fundamental importância para todos os brasileiros”, garantiu Dilma.

“Nós não estamos parados diante da crise. Sabemos que existem dificuldades no que diz respeito à economia, mas também sabemos que devemos superá-las. Se erramos, devemos consertar. Se acertamos, precisamos seguir e continuar”, acrescentou, ao se referir à situação econômica do país.

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Dilma Rousseff e sua equipe de governo pretendem reassegurar a governabilidade do país com a série de modificações anunciadas na reforma ministerial. Nesta linha, será formada uma nova base de apoio ao governo no Congresso, que possibilitará a tão importante maioria parlamentar para evitar novos insucessos e aprovar pautas no Senado e na Câmara. #PT