O feriado do dia 15 de novembro foi marcado por manifestações pró-#Impeachment em algumas cidades brasileiras. A maior delas foi em Brasília com 2 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, e 5 mil pessoas, segundo os organizadores, que se reuniram desde a manhã em frente ao Congresso Nacional, pedindo o impeachment da presidente Dilma Roussef. O ato foi proposto pelo Movimento Brasil Livre, Revoltados On Line e Avança Brasil e lá se encontraram com os integrantes do Movimento Vem pra Rua, que estão acampados há mais de 20 dias de frente ao Congresso. Em 21 de outubro, os movimentos montaram um acampamento na frente do congresso nacional pedindo a abertura do requerimento do impeachment da Presidente Dilma Roussef.

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As manifestações populares iniciaram em 2013 com diversas temáticas: investimentos em excesso na Copa do Mundo, Tarifa de Ônibus, #Corrupção, entre outros. Desde então foram realizadas outras grandes manifestações em 2014 que reuniram mais de 1 milhão de pessoas em 185 cidades. Em 2015 os protestos continuaram e foram realizados 03 grandes atos em diversas cidades em 15 de março, 12 de abril e 16 de agosto.

Os protestos ganharam fôlego a partir do avanço das investigações da operação Lava Jato que já prendeu mais de 57 pessoas, entre grandes empresários (Camargo Corrêa, OAS, Odebrecht), funcionários da Petrobrás e políticos. Recentemente o ministro do STF Teori Zavascki autorizou as investigações de mais de 50 políticos. Dentre esses está o Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, que é um dos principais investigados.

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A reinvindicação de ontem em Brasília foi de poucos manifestantes em comparação aos atos anteriores organizados pelos mesmos grupos. Entretanto, vêem ocorrendo outras manifestações por segmentos específicos, como os caminhoneiros que há 15 dias atrás iniciaram bloqueios em rodovias de mais de 10 estados. O último mês também foi marcado pela greve dos bancários que ficaram 21 dias parados e os petroleiros estão em greve há 13 dias e devem voltar protestar na frente de refinarias a partir de amanhã. #Dilma Rousseff