O partido Frente Nacional, dirigido por Marine Le Pen, de acordo com seu programa de governo, quer irradiar todos os “imigrantes bacterianos” que estão vivendo em França. Segundo informa a imprensa francesa, o partido de extrema-direita, que de acordo com as últimas sondagens vai vencer as próximas eleições, formando o governo francês, deixou muito claro em seu plano governativo que irá haver um controle muito maior sobre os imigrantes ilegais, e também os que já estão trabalhando no país, incluindo brasileiros. Para a líder do partido, os imigrantes não são bem-vindos ao país. Essa posição está provocando uma enorme revolta entre os outros partidos políticos.

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Desde que a crise de refugiados entrou com grande força no território europeu, muitos partidos de extrema-direita, que no passado não tinham grande apoio, têm conseguido ganhar muitos apoiadores por toda a #Europa nesses últimos meses. Porém, na França muitos estão preocupados com os resultados recentes das sondagens, que colocariam pela primeira vez no governo um partido de extrema-direita em um país que é conhecido por ser um dos melhores para os imigrantes.

“Nós recusamos por em causa a saúde dos nossos compatriotas por causa desses imigrantes bacterianos. O problema deles não nos pertence, mas a verdade é que a situação nos hospitais por exemplo está se tornando alarmante”, escreveu Marine Le Pen em um dos seus principais objetivos caso as sondagens se confirmem e seja eleita responsável pelos destinos de França, tal como garante a imprensa internacional.

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Porém, essa revelação fez com que várias organizações de apoio aos Direitos Humanos viessem rapidamente defender todos os imigrantes que neste momento estão vivendo na França, classificando essa medida como sendo altamente “racista” e “xenofóbica”. Ciente de que essa medida estava provocando uma enorme polêmica em toda a França, incluindo nas redes sociais, rapidamente o responsável pela comunicação da Frente Nacional classificou a situação com os imigrantes como um “deslize” e que essa situação vai agora ser melhor refletida. #Reforma política #Crise migratória