A CPI que está sendo realizada em Brasília, e que está investigando órgãos como FUNAI e INCRA, quanto ao repasse de dinheiro público destas instituições, irá agora voltar todas as suas atenções contra  os movimentos sociais e ONGs, que estão listados por serem beneficiados com o repasse de dinheiro do governo. As investigações irão se aprofundar nas finanças do chamado Movimento Sem Terra(MST), que é o braço político do #Governo e um dos principais apoiadores do movimento petista.

Os membros da CPI, principalmente dos partidos de oposição já estão organizados e vão solicitar que os próximos alvos das investigações e depoimentos realizados pela comissão de inquérito possam dirigir o seu foco para a realização de um verdadeira devassa nas contas de algumas ONGs e de alguns movimentos sociais, em especial o MST( Movimento dos Sem Terra).

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O relator da comissão, o deputado Nilson Leitão, que é do PSDB de Mato Grosso, declarou que os trabalhos da CPI deverão se concentrar para algumas instituições que foram beneficiadas com uma grande quantidade de dinheiro público que foi repassado. Essas mesmas estão sob a suspeita de má utilização de recursos públicos, inclusive com a possibilidade de desvio desta verbas federais para o enriquecimento do caixa destas mesmas organizações. O deputado cita o exemplo da Associação Estadual de Cooperação Agrícola do Estado de São Paulo.(Aesca), que se encaixa nesta suspeita.

A investigações também incluirão o MST, que também é beneficiado com o repasse de dinheiro público. Segundo dados dos participantes da CPI, cerca de 6 bilhões de reais são repassados do bolso dos contribuintes brasileiros e são destinados exclusivamente para o financiamento das chamadas associações sem fins lucrativos.

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O presidente da CPI, Alceu Moreira, deputado peemedebista pelo Rio Grande do Sul, afirmou que o próprio ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, deverá ser convocado.

A intenção da comissão é promover uma verdadeira devassa nas contas bancárias e na movimentação financeira destas entidades e de seus membros. Os parlamentares questionam por exemplo, que a tal da Marcha das Margaridas, que ocorreu este ano, em apoio à #Dilma Rousseff, tenha sido financiada com a quantia de 855 mil reais, cujo valor foi dividido entre o BNDES, a Caixa Econômica e a Itaipu Binacional.

A realização destas investigações já encontra certa resistência dentro da própria comissão, como é o caso da deputada Eryka Kokay(PT-DF), que tenta impedir os trabalhos da comissão na justiça.  A este tipo de comportamento, o próprio presidente da CPI rebate afirmando que o próprio PT tem tanto medo de CPI, igual ao diabo que tem medo da cruz. #Lula