Todos os pareceres a respeito dos pedidos feitos para o impeachment da presidente #Dilma Rousseff já foram concluídos, de acordo com #Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados. Ainda de acordo com Cunha, até segunda-feira, dia 30, é possível que ele tome a decisão final sobre estes pedidos.

O presidente da Câmara já havia informado antes que faria de tudo para que até o final deste mês de novembro os pedidos para o #Impeachment fossem despachados e parece que vai mesmo conseguir cumprir o prazo.

Porém, quando questionado se conseguiria manter o prazo estipulado, fez questão de lembrar que o mês de novembro só termina na segunda-feira e que até lá ele ainda está dentro do prazo estipulado.

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"Novembro acaba segunda, não estou inadimplente", respondeu Eduardo Cunha pedindo para ser cobrado novamente quando for o último dia do mês, só que o parlamentar não deixou claro se realmente irá dar um parecer neste dia, deixando um certo mistério no ar.

Cunha foi novamente questionado se o impeachment poderia mesmo sair na segunda-feira, ou ao menos uma decisão a respeito dos pedidos e ele preferiu dizer apenas que "é possível".

Como presidente da Câmara, Cunha é que tem a responsabilidade de dar continuidade aos pedidos de impeachment ou então continuar prorrogando, sem data certa para que tais pedidos sejam analisados e tenham uma resposta definitiva.

Nas mãos de Eduardo Cunha estão vários pedidos, inclusive um que foi feito pelos seguintes juristas: Janaína Paschoal, Miguel Reale e o jurista Hélio Bicudo.

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Este pedido de impeachment está baseado principalmente nas "pedaladas fiscais" da presidente Dilma, inclusive tais pedaladas já foram condenadas pelo TCU - Tribunal de Contas da União. O Ministério Público já divulgou também que tais pedaladas foram realizadas novamente este ano, o que agrava ainda mais a questão e pode facilitar a decisão por um impeachment.

Desde que começou a ser acusado de envolvimento com a corrupção instalada na Petrobras, por um delator que prestou depoimento na Operação Lava Jato que acusou o parlamentar de receber US$ 5 milhões, Cunha rompeu com o governo de Dilma Rousseff e passou a representar uma ameaça já que está em suas mãos o poder de dar continuidade a um dos pedidos que tentariam tirar Dilma do poder.