Gerou muita controvérsia para a população os escândalos de #Corrupção da Petrobras, eles vieram a tona e causaram muita indignação. O fato das campanhas eleitorais receberem doações de empresas levou à operação Lava-Jato. Houve prisões, comprovação de repasses milionários e contas no exterior. Diante desses acontecimentos, o STF (Supremo Tribunal federal) barrou esse tipo de procedimento para as campanhas eleitorais de 2016.

A presidente Dilma Rousseff proibiu que as doações (financiamentos) continuem para o próximo pleito, indo de acordo com o Supremo. Alguns partidos políticos não concordaram com a decisão da governante e nesta quarta-feira (18/11) tentaram barrar a proibição, mas sem sucesso.

Publicidade
Publicidade

A votação no congresso resultou em 190 deputados favoráveis e 220 contra, para que fosse aprovada precisaria de 257 no total. Sem o quórum necessário, prevaleceu o veto.

O financiamento para as campanhas eleitorais criou uma 'faca de dois gumes' e acabou resultando em um 'cavalo branco' para desvios de dinheiro e corrupção, principalmente na Petrobras. Com tantas descobertas de falcatruas, foi necessário criar a operação Lava-Jato para averiguar e apurar a origem do dinheiro e a veracidade das prestações de contas.

Foi diante das comprovações de imoralidade e falta de comprometimento dos candidatos, que o STF se posicionou para impedir que nas próximas eleições venham a acontecer novamente os mesmos fatos. E todos esses problemas acabaram refletindo na imagem do país no exterior, hoje o Brasil não é tão bem visto como antes, e perdeu investidores.

Publicidade

O veto da presidente foi correto e condiz com a realidade do país, que precisa melhorar o seu aspecto político e social. Uma grande crise econômica se instalou, a inflação aumentou as taxas de energia elétrica, gás, gasolina, diesel e a taxa de juros (Selic). Afetou os meios de transporte, acarretou aumento das passagens de ônibus, e os aumentos do #Governo são para cobrir o déficit público, proveniente dos desfalques nos setores.

Que as próximas eleições sejam mais transparentes, com fichas limpas e candidatos mais comprometidos com o eleitor. #Congresso Nacional