A greve dos caminhoneiros, decretada nesta segunda-feira dia 09 de novembro, está recebendo a adesão crescente de muitos estados. O movimento começou, em algumas cidades, já na madrugada, com caminhões bloqueando estradas e a formação de filas de caminhões, que seguem, em marcha lenta, como forma de protesto. Apesar disto, na avaliação do #Governo, o movimento não passa de uma manifestação isolada, com um único objetivo de desgastar a imagem da presidente Dilma.

A #Greve dos caminhoneiros avança nesta segunda-feira, quando se iniciou o movimento de greve da categoria. A paralisação neste dia começou pelos estados do Rio de Janeiro, Tocantins, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Bahia.

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Nestes estados, foram realizados protestos, formação de filas de caminhões em marcha lenta e bloqueio de muitas estrada e rodovias.

Os caminhoneiros seguem firme em suas reivindicações para redução do preço do óleo diesel, o estabelecimento de um frete único para todo o Brasil, a criação de uma linha de crédito, cujo valor possa ser também pago pelo governo, no valor de R$ 50.000,00 e um refinanciamento especial para que os trabalhadores possam comprar seus veículos. O  governo tenta se defender, ao dizer que, parte das mesmas já foram atendidas, no mês de abril, quando foi feita última greve da categoria.

O governo tenta minimizar o movimento classificando como oportunista

O Palácio do Planalto, de acordo com a sua avaliação, classifica o movimento apenas como uma movimentação isolada em algumas cidades do país.

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O mesmo afirma que a organização do movimento grevista não apresentou ainda uma pauta de  reivindicações para negociação. De acordo com o ministro da Comunicação Social,  Edinho Silva, a única meta do movimento é provocar um desgaste do governo Dilma, diante da situação de gravidade que pode ser instaurada.

Na avaliação do governo, existe uma tentativa de oportunismo por parte dos organizadores e de quem está participando do movimento, pois as entidades que lideram os movimentos não tem qualquer ligação com os sindicatos que representam os caminhoneiros. Eles se referem aos movimentos anti-Dilma, que apoiam a causa, tais como o MBL (Movimento Brasil Livre), Vem pra Rua e o Revoltados Online. Este argumento é usado pelos assessores de Dilma, a partir da vigilância constante dos órgãos do governo, principalmente o ministério da Comunicação Social que passou a semana passada monitorar o movimento também pelas redes sociais.

Apesar de tentar ridicularizar o movimento, Dilma não escondeu a sua preocupação com  a possível crise de desabastecimento que o movimento poderia causar.

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Em vista disto, a mesma já determinou a intervenção, via ministério da Justiça, da Polícia Rodoviária Federal, para que a mesma possa fiscalizar a situação das estradas. A presidente ainda acionou a Secretaria do Trabalho, para que possa iniciar um diálogo com os representantes do movimento. A monitoração de todos os passos da greve está sendo feita, para que, caso, haja uma grande adesão ao movimento, as medidas mais urgentes e abrangentes possam ser adotadas para a dissolução da paralisação.      #Dilma Rousseff