O juiz Sergio Moro que é da operação #Lava Jato, condenou nesta segunda-feira, 16, o ex-deputado Luiz Argôlo, a 11 anos e 11 meses de prisão em regime fechado, por #Corrupção e lavagem de dinheiro. Luiz é o terceiro politico que está condenado na operação Lava Jato. Ainda vai pagar uma multa de R$ 459.740. André Vargas e Pedro Corrêa, já tiveram suas sentenças.

José Luiz Datena diz que pode ser prefeito de São Paulo porque não é ladrão

Argôlo está preso desde de abril deste ano, e é acusado de ter recebido de Alberto Youssef, propinas no valor de R$ 1,47 milhão. O Ministério Público Federal informou que o dinheiro foi pago em parcelas entre os ano de 2011 e 2014.

Publicidade
Publicidade

Silvio Santos tentar limpar barra com Dilma e diz que não falou mal de governo

Luiz foi absolvido nos crimes de peculato na compra de um helicóptero GFD investimentos, a causa foi falta de provas. 

Sergio Moro assinou na sentença que uma denúncia mostra que o doleiro Alberto Youssef fez uso de dinheiro sujo, que vinha dos esquemas criminosos na estatal Petrobras para fazer o pagamento da propina de Luiz Argôlo, ou seja mostrando um ato de crime e de lavagem de dinheiro. 

Senador do PMDB acusa ex-ministro Ciro Gomes de desvio de dinheiro público para obra do PT

Segundo os procuradores da Lava Jato, Luiz criou uma relação mais próxima com Youssef, mais do que os parlamentares do seu partido. Sendo assim Youssef tinha interresse na carreira do deputado, passando as vezes dinheiro para ele. Foram 78 visitas do ex-deputado ao escritório de Youssef. Argôlo alegou que ia ao escritório cobrar uma dívida que o doleiro nunca pagou. 

Nesta mesma ação do juiz Serigio Moro, Rafael Ángulo Lopes foi absolvido. 

Luiz esta preso no complexo Médico-Penal, em Curitiba e continuará com a prisão preventiva. 

No começo de setembro, Youssef confirmou que tinha negócios com o ex-deputado tendo em troca influências para conseguir empréstimos nos bancos oficiais.

Publicidade

Na época a defesa de Luiz negou o recebimento de qualquer quantia do doleiro Alberto Youssef. 

Na mesma época foi Rafael Ângulo Lopes, confessou que fazia entrega mensalmente de pelo menos R$ 150 mil no apartamento de Argôlo, mas também ja foram feitas entregas em estacionamentos e aeroportos. 

Argôlo foi preso em 10 de abril de 2015, junto com mais sete pessoas, na 11ª fase da operação Lava Jato.