Ele é um dos nomes mais polêmicos e controversos da política brasileira. Fernando Collor de Mello já foi acusado diversas vezes de se aliar às forças ocultas para se manter no poder. Os primeiros rumores de que o senador se envolvia com magia negra começaram ainda em 1992. Na época, Collor era presidente da república do Brasil e seria vítima do impeachment, sendo obrigado a sair do poder. A ex-esposa de Fernando, Rosane Malta, contou em um recente livro, que o seu ex-marido teria feito até magia negra para tirar o empresário e apresentador Silvio Santos da corrida do pleito. O dono do SBT chegou a se candidatar às eleições presidenciais de 1989, mas depois da pressão política e familiar, acabou desistindo da empreitada.

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Neste domingo, primeiro de novembro, mas um capítulo envolvendo as crenças de Fernando ganhou destaque em um dos maiores jornais impressos do país, O Globo. De acordo com uma reportagem do jornalista Lauro Jardim, Collor ainda aposta nas forças ocultas para se livrar de seus problemas. 

O repórter disse que a polícia federal esteve na casa do senador em julho, mas só agora uma curiosa informação chegou a todos. Os profissionais da segurança teriam encontrado no local um despacho de macumba. O trabalho de magia negra seria endereçado a dois nomes do Conselho Nacional do Ministério Público, o CNMP, Fábio Geoge da Silva e Rodrigo Janot, atual procurador-geral da república no Brasil. A procuradoria faz uma investigação contra o ex-presidente e chegou até a apreender bens de Collor, como carros importados.

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O alto custo de manutenção dos veículos, no entanto, fez o órgão do governo federal devolver os automóveis para a casa de seu dono.

De acordo com Lauro Jardim, em cima de uma mesa na casa de Collor estava um foto com o rosto do procurador e George, ambos circulados com uma caneta. Uma folha branca com o timbre do senado brasileiro também estava na casa. Nela, estava escrita o nome de diversos orixás, como Ogum, Oxalá, Elegbara e Iemanjá. Basta saber se eles vão  ser capazes de proteger Collor agora. #Congresso Nacional