Desde agosto o Brasil amarga a dura fase de recessão, com empresas falindo, rebaixamento de bancos, aumento do desemprego e inflação no alto. Para piorar, a atual recessão pode durar até dois anos e essas expectativas estão aumentando a insatisfação de grupos que em outro momento, mantiveram-se inertes e imparciais diante de protestos pela saída de Dilma.

Gustavo Franco, ex-diretor do Banco Central do Brasil, diz que se acontecer o #Impeachment, a economia pode melhorar, mas se o país continuar sendo governado por Dilma por mais três anos, a tendência é que as coisas piorem cada vez mais. A má fase do governo é tão grande que enquanto os meios de comunicação tentavam se esquecer da carta que Temer escreveu para Dilma, a FIESP - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, veio a público anunciar que apoia o impeachment da presidente da República.

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Uma pesquisa foi realizada com pouco mais de mil empresários e executivos e mais de 90% deles apoiaram o posicionamento da entidade a favor do impeachment. O que fez com que a federação tomasse essa decisão foi o fato do Brasil encontrar-se cada vez pior e não existir atitudes da governante para mudar a situação.

Fase de desafios

Da mesma forma que há o risco de Dilma deixar o poder, não só enquanto é julgada, mas definitivamente, também existe insegurança quanto a um governo de Michel Temer. Se por um lado Dilma nunca teve muita confiança no PMDB e acabou deixando Michel, conforme suas próprias palavras em carta escrita por ele, como um 'vice decorativo', por outro o mercado ainda é receoso com a possibilidade de colocar no poder alguém que siga os passos traçados por Dilma.

De qualquer maneira, em uma remota hipótese de que Michel também não pudesse ficar no poder, o novo presidente da república se tornaria o presidente da Câmara dos Deputados, ou seja, Eduardo Cunha.

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Na hipótese do presidente da Câmara, por qualquer motivo, não puder assumir o cargo, a função é entregue ao presidente do STF. Na ausência deste, eleições indiretas são realizadas e isso poderia gerar uma nova onda de protestos de populares.

E você, é a favor ou contra o impeachment? Justifique sua resposta nos comentários abaixo. #Dilma Rousseff #Recessão no Brasil