Um dos assuntos recorrentes na gestão de Joaquim Levy era sobre a criação do imposto sobre movimentação financeira (CPMF) e segundo o Ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, nada disso mudou, pelo contrário, eles insistirão no ajuste fiscal, no que implica a volta da criação sobre movimentação financeira. A tão temida CPMF está mais perto do que se imagina.

Jaques Wagner, ministro da casa civil,  disse que o governo insistirá na autorização que foi enviada ao #Congresso Nacional, sobre a volta da CPMF(contribuição sobre movimentação financeira). Ainda insiste em dizer que o governo não desistirá de finalizar a votação das medidas que estão sendo averiguada no Congresso Nacional.

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Os integrantes do governo avaliaram que mesmo que Nelson Barbosa tenha um estilo diferenciado de Joaquim Levy, não haverá nenhuma mudança na política econômica desempenhada pelo Planalto.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Joaquim Wagner repetiu o mesmo comunicado feito pelo Palácio do Planalto durante a troca de Joaquim Levy por Nelson Barbosa. O chefe da casa civil, que participa da junta orçamentária do governo, garantiu trabalhar como um "vigia rigoroso" na realização da Lei de Responsabilidade Fiscal.

O que diz a Economista Margarida Gutierrez

Ela fala que com a saída de Joaquim Levy só vai piorar a situação em que se encontra a economia brasileira. Segundo a economista Margarida Gutierrez, do Instituto Coppead de Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ), a saída de Joaquim Levy do Ministério da Fazenda já era esperada, já que o mesmo se encontrava trabalhando sozinho, totalmente desamparado.

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Mas que será totalmente ruim para o Brasil, devido as circunstâncias, foi muito bom para ele.

Resta esperar agora o desfecho dessa manobra do governo, já que muitos são contra a CPMF, pois aumentará muito mais os tributos a serem pagos pelos brasileiros e que pelo que se houve falar não terá apoio nenhum dos grandes empresários que já vêm fazendo campanha contra mais esse tributo desde que começaram as especulações da sua volta.  #Crise econômica