Com a recente autorização do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, para a abertura do processo de impeachment contra a atual presidente do Brasil, #Dilma Rousseff, muitos fatores socioeconômicos poderão ter novos rumos no país.

A notícia, que já repercute nos principais jornais pelo mundo, mostra como os demais países estão de olho no Brasil, dando mais relevância a possíveis impactos para o próximo ano.

Quais seriam os principais impactos gerados pelo impeachment de Dilma

O momento de crise que vivencia o Brasil, motivados pelos altos juros do mercado, empregos em baixa e uma série de escândalos, seria agravado com o possível #Impeachment da presidenta Dilma Roussef.

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Para os especialistas no assunto, a imagem brasileira para o mundo ficaria ainda mais fragilizada, impactando diretamente o mercado interno. Como consequências imediatas, o valor do dólar e a taxa de juros subiriam consideravelmente, impactando também a bolsa de valores. Para quem depende diretamente da moeda americana, a alta poderia trazer efeitos econômicos muito relevantes.

Em meio a muitas incertezas que surgiriam com o processo, a fuga de investidores seria certa, tornando o ano de 2016 ainda mais crítico para a economia brasileira. Caso o impeachment seja realmente concretizado, os economistas acreditam que apenas em 2017 os investidores retornariam a ver o Brasil com uma imagem mais estável, o que seria ruim para todos os lados, mas ainda pior para o nosso país.

Com a baixa de investimentos no país, um dos problemas que poderia ser mais agravado é o desemprego.

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Se a economia em meio a esta crise já viu uma grande quantidade de trabalhadores irem para a rua, o agravamento da situação poderia resultar em muitas empresas e filiais fechando as portas e demitindo trabalhadores em escala maiores. Com a demissão na indústria, o efeito cascata traria prejuízos globais para o mercado interno, já que menos recursos nas mãos de boa parte da população resultaria em menos consumo, que por sua vez, seria a crise para muitos comerciantes e empresários locais. #Governo