Eduardo Cunha, presidente da Câmara, aceitou na tarde desta quarta-feira (02) um dos pedidos de impeachment que estava protocolado pela oposição.

O pedido foi entregue à presidência da Câmara dos Deputados no dia 21 de outubro e contou com a colaboração de Hélio Bicudo, que foi um dos pioneiros do Partido dos Trabalhadores, além de Reale Júnior que foi ex-ministro da Justiça durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, além da advogada Janaína Conceição Paschoal.

O presidente da Câmara dos Deputados informou que lhe foram entregues 7 pedidos de #Impeachment contra Dilma e que ele havia prometido que até o final de novembro iria se decidir pelo menos sobre 5 destas solicitações.

Publicidade
Publicidade

Cunha revelou que rejeitou um pedido do movimento "Brasil Livre", entre outros, mas que aceitou este já mencionado.

Eduardo Cunha informou que ele não se sente feliz em realizar tal procedimento e que lamenta profundamente o fato do Brasil ter que passar por isso e terminou com votos de que o país possa superar esse processo.

O PEDIDO DE IMPEACHMENT ENTREGUE A EDUARDO CUNHA

O pedido que foi protocolado na Câmara em outubro traz denúncias sobre as "pedaladas fiscais" que foram praticadas ano passado e continuaram acontecendo também este ano.

Agora esse pedido é analisado com uma possível superação à toda aquela discussão sobre o fato de que um impeachment poderia ou não ser aplicado quando os fatos citados fossem antes do atual mandato da presidente.

Este é o segundo pedido de impeachment apresentado por Reale Júnior e Bicudo, pois o primeiro foi levado à Câmara antes que o STF tomasse as decisões a respeito das pedaladas e o primeiro pedido também não tinha incluso os principais argumentos a respeito das pedaladas deste ano.

Publicidade

Cunha aceitou o pedido de impeachment contra Dilma poucas horas depois que o PT não apoiou o deputado no Conselho de Ética que está analisando o processo para cassação de seu mandato.

Em sua conta no Twitter, o deputado fez questão de divulgar uma mensagem informando que atendeu o "pedido das ruas".

#Dilma Rousseff #Eduardo Cunha