#Eduardo Cunha, presidente da Câmara, decidiu acolher o pedido de impeachment contra a Dilma nesta quarta-feira (02). As expectativas eram que a decisão de Cunha dependesse do apoio do PT ao deputado, mas Cunha do PMDB anunciou que o pedido elaborado pelo juiz Hélio Bicudo será continuado por ele. Saiba mais:

Hélio Bicudo já havia feito um pedido para o impeachment da Dilma, mas ele foi rejeitado anteriormente por Cunha, que alegou que o documento não tinha bases jurídicas para ser continuado. O jurista se reuniu com mais advogados para escrever novamente, e agora, conseguiu a aprovação.

Cunha pronunciou que o pedido, que já é de conhecimento público e muito comentado, fez com que a sua decisão fosse de acolher a denúncia.

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O presidente da Câmara dos Deputados também anunciou que o parecer da assessoria legislativa será publicado também nesta quarta (02) em um documento com 22 páginas.

Cunha comenta que o embasamento para proferir a sua decisão  foi unicamente técnico. Ele afirmou que o momento vivido pelo Brasil é de crise e que essa poderá ser a forma que o país conseguirá enfrentar a crise. Além disso, para ele, a decisão passou do limite de ser aceita e que ele se isentará o máximo possível.

A decisão foi tomada após a bancada do PT votar para que o processo de cassação de Cunha prosseguisse. O presidente da Câmara recebeu a acusação de mentir durante a CPI da Petrobrás.

Pedido de impeachment aceito: o que acontece agora?

A decisão de julgar uma denúncia como essa é do presidente da Câmara, que analisa se ela é procedente ou não.

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Caso a denúncia seja aceita, como foi, uma comissão é aberta para analisar o documento.

Caso o impeachment realmente seja aberto, é necessário que os votos de dois terços dos deputados da Câmara sejam a favor. Cabe ao Senado, então, analisar se o mandato sofrerá impeachment.

O processo que levou o ex-presidente Fernando Collor de Mello ao impeachment durou aproximadamente sete meses. Ele acabou renunciando no final de 1992.

Continue nos acompanhando para saber mais notícias atualizadas sobre o processo. #Dilma Rousseff #Crise no Brasil