O instituto de pesquisas Datafolha realizou uma pesquisa hipotética para saber em quem os brasileiros votariam para substituir Dilma Rousseff (ou Michel Temer no caso de um eventual Impeachment). Na ocasião, grandes nomes foram citados: Marina Silva, #Aécio Neves, Geraldo Alckmin, Michel Temer e #Lula, e, pela primeira vez, o ex-presidente foi rejeitado pela maior parte dos entrevistados.

O Datafolha já estava realizando pesquisas informais desde junho deste ano, ocasiões em que, nas simulações apresentadas, Aécio Neves e Marina Silva são os que possuem maiores intenções de votos. No embate direto entre Marina e Aécio, o tucano leva a melhor, segundo a pesquisa.

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Em todas as pesquisas para um eventual segundo turno, Lula perderia o embate direto para todos os adversários citados nas entrevistas: Marina, Aécio e Alckmin. O fundador do partido dos trabalhadores nunca teve um índice de rejeição tão grande desde que conseguiu se tornar presidente da República, em 2002, nem mesmo quando teve seu nome envolvido no famoso caso do 'Mensalão'.

Escândalos e tentativas de recuperar a popularidade

A má fase de Luís Inácio Lula da Silva começou no ano passado, quando, a fim de promover a campanha de Dilma Rousseff à releição presidencial, acabou fazendo discursos considerados por muitos como sendo de "ódio e sugestão de segregação". Em mais de um pronunciamento, Lula disse que quem não gostava do PT era a "elite branca", concluindo seus discursos com palavras de desprezo ao suposto grupo mencionado.

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Mais de uma vez generalizou dizendo que quem não concorda com o governo de Dilma é o branco rico. Esse ano, seu nome foi citado em um "novo" esquema de corrupção, que é investigado pela Polícia Federal, e a reprovação de quase 80% do governo de Dilma têm ampliado a baixa popularidade do petista.

Embora pesquisas sejam incertas, todos os municípios pesquisados tiveram a mesma proporção de rejeição ao candidato do pleito hipotético, totalizando apenas 22% das intenções de votos. O PT não se pronunciou sobre a pesquisa, mas é bem provável que uma campanha para resgatar a popularidade de Lula seja lançada em breve.

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