O deputado Beto Mansur, do PRB-SP, que é primeiro secretário da "Mesa Diretora da Câmara", fez em Plenário a leitura do pedido aceito por #Eduardo Cunha para o #Impeachment da presidente do Brasil, Dilma Rousseff. O pedido foi protocolado pelos seguintes juristas: Janaína Paschoal, Hélio Bicudo e Miguel Reale.

Logo em seguida será lida a decisão que Eduardo Cunha, presidente da Câmara, tomou nesta quarta-feira (02), quando confirmou que iria aceitar este pedido para o afastamento de Dilma da presidência da República, tendo como base todos os argumentos que foram apresentados pelos juristas no pedido que foi feito em outubro.

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Beto Mansur leu o pedido que informava quanto ao fato de Dilma não contabilizar os empréstimos que foram feitos junto à Caixa Econômica Federal e também os empréstimos no Banco do Brasil, tentando "maquiar" os fatos para que todo o país e também os investidores acreditassem que a economia do país ia bem e os programas sociais tinham como ser mantidos.

O TCU - Tribunal de Contas da União - vem apurando várias fraudes já faz algum tempo, que teriam sido cometidas para dar suporte à eleição de Dilma. Gilmar Mendes confirmou que se ele estivesse a par de todos estes fatos na época da campanha presidencial teria reprovado todas as contas da campanha de Dilma, por causa das fraudes em relação às prestações de conta referente aos gastos da campanha.

Os juristas também citaram no pedido de impeachment que #Dilma Rousseff cometeu "crime de responsabilidade" porque em 2014 e 2015 editou vários decretos sem número que possibilitaram o acesso a créditos suplementares de altos valores, sem antes passar pelo Congresso Nacional para saber se poderiam ser autorizados.

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O pedido de impeachment ainda acusa Dilma Rousseff de não evitar a compra da refinaria que tanto prejuízo vem trazendo à Petrobras e ao país.

E por fim, o pedido pede que a presidente do Brasil seja processada pelas "pedaladas fiscais" por ter utilizando bancos públicos para cobrir despesas do Governo, o que é expressamente proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.