Logo após Eduardo Cunha anunciar que acatou o pedido de Impeachment de Dilma Rousseff, a presidente petista se reuniu com onze ministros e surpreendeu os brasileiros com um pronunciamento em rede nacional. Logo a notícia se espalhou para todos os cantos do Brasil, repercutindo na imprensa internacional.

Dilma mostrou-se "indignada" e "surpresa" com a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, #Eduardo Cunha. Dilma disse que não há qualquer motivo para que passe por um processo de #Impeachment, pois nunca fez nada de ilícito em seu governo. A presidente aproveitou a oportunidade para tentar virar o jogo difícil que enfrenta, mudando o foco para criticar seu rival politico, Eduardo Cunha.

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O assunto se tornou o mais comentado da internet, onde internautas se dividiram entre 'pró-Dilma' e 'pró-Cunha'. A maior parte das mensagens mostravam-se satisfeitas com a aceitação do pedido de Impeachment, enquanto a minoria acusava o deputado de tentar aplicar um 'golpe' à 'democracia'.

Motivos do pedido de impeachment

Esse foi o 21º pedido de Impeachment contra #Dilma Rousseff, porém o único aceito, uma vez que os anteriores tiveram ausência de um ou mais requisitos legais essenciais. Nesse pedido, elaborado pelo jurista Hélio Bicudo em parceria com outros advogados de renome, há dentre os fundamentos, as pedaladas fiscais da presidente, do qual as contas foram reprovadas pelo TCU e o aumento de mais de R$ 800 milhões em gastos com o executivo nesses primeiros meses do segundo mandato.

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O que acontece daqui pra frente?

A partir de agora o Palácio do Planalto tem até dez sessões da Câmara para se defender. Passando-se esse prazo, haverá um novo prazo de até cinco sessões da Câmara dos Deputados para que uma comissão especial, formada por deputados e senadores, venha a votar o pedido.

Sendo aprovado pela maioria dos parlamentares, Dilma deve se afastar do poder por até 180 dias, tempo estimado para que uma decisão definitiva seja tomada. Durante sua ausência, Michel Temer assume o poder. Quando Michel estiver ausente do país, Eduardo Cunha ficará em seu lugar, conforme determina a sucessão legal.