Com o término do ano de 2015, os analistas políticos fazem um balanço do desempenho do #Governo Dilma e afirmam que a presidente não conseguiu êxito em muitas de suas metas, as quais foram estabelecidas no início do ano. Se a intenção era colocar o país nos trilhos do crescimento e desenvolvimento econômico, Dilma deparou-se com um país necessitado de organização e de ajustes. Tudo isto, fruto de erros e da gastança desordenada dos anos anteriores, que foram inflados pelo falso sentimento de desenvolvimento da era petista no poder. 

A promessa de Dilma para o ano de 2015

No início de 2015, durante a abertura dos trabalhos do Congresso, a presidente enviou mensagem, firmando o seu compromisso de crescimento econômico.

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Dilma frisou que o país não iria entrar em recessão, nem retroceder em sua evolução econômica.

A situação da economia atual

O panorama da situação analisada pelos analistas da área econômica mostram um quadro recessivo já instalado. Além disto, o país sobrevive após o rebaixamento econômico por duas agências econômicas internacionais. A ameaça de um terceiro rebaixamento está próxima, caso a crise perdure no ano que vem, acompanhado da inclusão do Brasil na lista dos países com risco de calote. Nesta relação, o país está na frente de países como a Colômbia.

As metas que não saíram do papel

As metas propostas pela presidente, no início de 2015, totalizaram um número de 34. Deste total, apenas 11 delas foram satisfeitas. Isto corresponde a pouco mais de 30%. Do total, cerca de 50%(17) foram cumpridas de modo não satisfatório.

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O que se cumpriu de modo satisfatório

No rol de metas, os objetivos na área econômica que dizem respeito ao aumento de impostos foram cumpridos. Ficou claro a disposição do governo de corrigir a alíquota do Cofins e do PIS sobre produtos importados e o aumento do IOF para obtenção de crédito para pessoa física.

As áreas afetadas pelo não cumprimento de metas do governo

Todas as áreas do governo tiveram metas não alcançadas. A explicação imediata está no corte de gastos necessários em todas as pastas. Além disto, pode se atribuir este insucesso à recorrente falta de apoio do Congresso. Na Educação, prioridade do governo, a meta de aumentar a concessão de financiamento pelo FIES deixou de ser feita. Assim como a construção de cerca de 60 mil novas escolas de tempo integral.

Na área da saúde, deixaram de ser criadas mais de mil equipes no Programa de Saúde Bucal. Propostas como a ampliação do número de especialidades para atendimento médico mais específico, não foram concretizadas. Na área da infraestrutura, mais de 2.600 km de estradas deixaram de ser duplicadas e na Agricultura, mais de R$ 200 milhões deixaram de ser utilizados para a construção de armazéns públicos destinados ao armazenamento de grãos.

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Os especialistas defendem que era necessário uma mudança da política econômica, logo quando se percebesse que o subsídio dado ao setor industrial e a estratégia de baixar os juros não seriam suficientes para promover o crescimento econômico. Entretanto, os mesmos divergem quanto à duração da #Crise econômica brasileira. Para alguns, o ano foi marcado pela tentativa de reajustar as contas e pôr ordem na casa. Na opinião de outros, o ano que se aproxima ainda vai ser muito difícil, em face dos erros cometidos por Dilma e sua equipe no campo econômico. #Dilma Rousseff