Não é de hoje que o chamado “dinossauro político” do #PSDB-SP, o senador José Serra, candidato “eterno” a Presidência da República é considerado o rei das gafes e inconveniências, sendo que muitas delas, dizem os críticos, praticadas de forma intencional para ridicularizar os seus inimigos políticos e desafetos. Em 09/12, noite de quarta-feira, José Serra foi um dos protagonistas de uma cena no mínimo grosseira, machista e ridícula em relação a Kátia Abreu, que é a atual ministra da Agricultura pelo PMDB. 

“Namoradeira” foi a palavra que o tucano usou ao se referir a ministra, que automaticamente fez a réplica, jogando uma taça de vinho em cheio na cara dele.

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Enfim, a cena em questão é somente mais uma dentro do enorme repertório de asneiras e falta de educação demonstrado pelo senador de São Paulo. 

Outros maus exemplos de José Serra: 

  • ‘Serra o deselegante’: no ano de 2012, na ocasião, Gabriel Chalita, deputado federal afirmou que, em um debate político, Serra ficou logo atrás dele, gesticulando com sinais e o chamando de um grande mentiroso. “Fiquei atônito, pois realmente, uma pessoa com a vivência dele, a qual já possuiu outros cargos políticos, deveria ter mais educação e postura”, reiterou Chalita a um jornal de São Paulo.
  • Repórter “sem-vergonha”: Serra que era candidato à Prefeitura de São Paulo, quando visitou o bairro tipicamente paulistano da Mooca, classificou um repórter da Rede Brasil Atual de sem-vergonha por ter sido indagado do porque respondia unicamente as perguntas que favoreciam a sua candidatura.

  • A tomografia feita por ter sido atingido por uma “pesada” bolinha de papel: quando fazia a sua campanha presidencial no ano de 2010, o então candidato fez um teatro dizendo ter sido atingido em meio a uma confusão, por alguma espécie de objeto como um rolo de adesivos ou uma pedra. Dali foi conduzido para um hospital, onde realizou uma tomografia para rastrear sequelas do ocorrido. Entretanto, para surpresa de todos, no dia posterior, as imagens exibidas pela #Televisão, deixaram explícito de que ele foi sim, alvo de uma mera bolinha de papel.
  • ‘Estados Unidos do Brasil’: quando o jornalista Boris Casoy entrevista o candidato à Prefeitura de São Paulo, Serra afirmou em bom tom que o nome completo do País era ‘Estados Unidos do Brasil’, na seguinte frase: “a Europa criou uma única moeda sem que houvesse um único país. O Brasil, então, se chama Estados Unidos do Brasil e os EUA se denominam Estados Unidos da América. Boris replicou negando: “não é assim, o Brasil não é chamado de Estados Unidos do Brasil, mas sim de República Federativa do Brasil, e o candidato tucano questionou: “mudou? É parecido. É Federação”.
  • ‘Trololó’ do #PT: quase sempre irritado com jornalistas e imprensa em geral, Serra ainda na campanha para ser prefeito em 2012, concluiu que a cartilha anti-homofobia oferecida pelo governo de São Paulo em 2009, ocasião em que foi governador, não era “kit gay”, mas sim que o tal kit gay era ‘trololó’ e também uma ‘pauta petista furada’. 

Inclusive, Serra foi ríspido com o jornalista Kennedy Alencar sobre o mesmo assunto, pois disse o político ao repórter: “por favor, seja educado e escute o que tô dizendo.

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Você está falando de algo que você não leu. Vá ler e verá que são coisas bastante diferentes. De duas uma: caso você tenha visto, você está mentindo. Se não leu, eu até posso aceitar... você está falando mentira”, reiterou José Serra.