A presidente Dilma Rousseff  nomeou nesta sexta -feira, dia 18, o ministro do Planejamento Nelson Barbosa, como o substituto de Joaquim Levy, no ministério da Fazenda.  Deste modo, Barbosa deixa a pasta do Planejamento e será substituído por Valdir Simão, que trabalha na CGU( Controladoria Geral da União). A notícia foi veiculada no site de notícias de O Globo, nesta sexta-feira. De acordo com as informações divulgadas pelo Palácio do Planalto e publicadas no site, o anúncio oficial será feito ainda hoje.

A escolha de Dilma

Após várias consultas, Dilma Rousseff resolveu fechar a nomeação em torno de um nome que também contasse com o apoio da base de seu partido, o PT.

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O novo nome é do agrado de seu antecessor, Lula, visto que, tanto o ex-presidente, quanto a maioria dos políticos defendiam a flexibilização das medidas econômicas. Isto era exatamente o oposto praticado por Levy. Daí, a torcida, nos bastidores políticos era grande pela saída do atual ministro da Fazenda.

O histórico de Nelson Barbosa

O ministro do planejamento, agora recém nomeado, ministro da Fazenda, já fizera parte do #Governo entre os anos de 2006 a 2013. Ele estivera no comando das Secretarias de Acompanhamento e de Política Econômica. Economista, ele ajudou  a montar o PAC ( Programa de Aceleração Econômica) e o Minha Casa Minha Vida, programas para acelerar o desenvolvimento econômico do país e diminuir o déficit habitacional brasileiro, respectivamente.   

Nelson Barbosa, embora não tenha nenhum vínculo político com o PT, trabalhou na campanha política que conseguiu reeleger Lula para seu segundo mandato.

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Ele foi o responsável pelo programa econômico, defendido por Dilma, em sua primeira campanha para presidente. O ministro possuía uma aproximação muito satisfatória com Joaquim Levy, com relação às medidas econômicas que este último defendia para a melhoria da economia brasileira.

A reação do meio empresarial quanto à nomeação de Nelson Barbosa

De acordo com as informações publicadas pelo site de O Globo, alguns empresários reagiram de maneira reservada quanto à nomeação de Barbosa para a pasta da Fazenda. A opinião de alguns é que, o perfil do novo ministro, está distante da meta de reajuste fiscal e econômico que o país necessita. E isto poderia comprometer a política de ajuste, defendida exemplarmente pelo seu antecessor.  #Crise econômica