O Instituto Datafolha divulgou nesse sábado, 19, uma nova pesquisa sobre a popularidade da presidente da República, #Dilma Rousseff. 65% dos entrevistados consideram o governo de Dilma péssimo ou ruim e apenas 12% o consideram 'ótimo'. 22% preferiram classificá-lo como regular e 1% não soube ou não quiseram opinar.

A pesquisa foi realizada entre 16 e 17 de dezembro em 172 cidades do Brasil, ouvindo ao todo 2810 cidadãos. A margem de erro dos dados divulgados é de dois pontos para mais ou para menos, o que pode ultrapassar ou ficar abaixo dos 100% por conta de possíveis arredondamentos.

Crise política

Um dos fundadores do PT, o jurista renomado Hélio Bicudo, teve um pedido que protocolou sobre o #Impeachment de Dilma aceito por Eduardo Cunha, o presidente da Câmara dos Deputados, que conforme previsto em lei, tem legitimidade para aprovar ou reprovar um pedido desse tipo.

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Dilma Rousseff sofre a pior rejeição da história e sua saída é aprovada por 60% dos brasileiros de acordo com a mesma pesquisa divulgada ontem pelo jornal "A Folha de S. Paulo".

O governo já perdeu vários aliados políticos e está a um fio de romper com o PMDB, partido do vice-presidente da República, Michel Temer, do qual foi revelado em uma carta escrita por ele mesmo em que declara que a presidente nunca confiou no mesmo ou manteve boas relações nos últimos cinco anos.

Além disso, o Brasil vive uma fase difícil na economia, com a inflação em alta. Muitas empresas já faliram e foi autorizado a redução de salário de algumas categorias afim de se preservar empregos durante esse período de crise. A imagem de Dilma está cada vez pior perante a política internacional e interna e todas as semanas as investigações da Operação Lava Jato levam a algum nome que está ligado ao governo da presidente petista.

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Na última sexta-feira, 18, Renan Calheiros teve seu sigilo telefônico e fiscal quebrado pelo STF. Renan é o principal aliado de Dilma contra o impeachment. Lula também é investigado e desde que foi intimado pela Polícia Federal tem preferido não se expor à mídia, abstendo-se, inclusive, de defender Dilma do impeachment. #Crise no Brasil