Eduardo Cunha continuará como presidente da Câmara dos deputados pelo menos até fevereiro do ano que vem. Isso porque Teori Zavascki, ministro do Supremo Tribunal Federal, o STF, disse que o órgão não vai analisar agora o pedido de afastamento do deputado do cargo. A análise ficará para fevereiro. O pedido de afastamento de Cunha foi protocolado pela Procuradoria-Geral da República. Entre os motivos, a alegação que o político ligado ao PMDB do Rio de Janeiro estaria usando o cargo de forma indevida.  

Desafeto de Dilma e investigações por supostas "maracutaias" 

O deputado é atualmente um dos maiores opositores do governo Dilma Rousseff.

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Recentemente, ele aceitou um pedido de abertura de #Impeachment contra ela. O parlamentar sofre uma investigação do próprio STF por supostamente estar ligado ao esquema da 'Lava Jato', investigação feita pela Polícia Federal, que apura o esquema de corrupção da Petrobrás. 

Motivos para espera 

O que motivou a postergação da análise é o fato do Supremo Tribunal Federal entrar em recesso a partir da semana que vem. Ainda está indefinido, no entanto, o rito do impeachment contra a presidente da república Dilma Rousseff. Na tarde desta quinta-feira, 17, os ministros continuarão a dar o parecer sobre esse caso. Ontem, milhares de pessoas fizeram protestos em pelo menos vinte estados pedindo a saída de Cunha do governo e defendendo a líder do Partido dos Trabalhadores, o PT. No domingo, 14, o movimento foi outro, brasileiros pedindo que Dilma Rousseff saia logo do poder.

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Obs.: essa notícia pode ser atualizada a qualquer momento. Última atualização feita às 13h.  #Eduardo Cunha