O #PSDB parece não desistir da cruzada para cancelar as eleições de 2014 e agora acredita que o impeachment da Presidente Dilma Roussef deve sair por meio de decisão do TSE. A primeira tentativa de contornar o resultado foi por meio de uma auditoria realizada pelo Partido para verificação de adulteração do programa de votos nas últimas eleições. O TSE abriu um prazo e o  postergou por 4 vezes a pedido do partido para apresentação da auditoria realizada pelo mesmo.

Entretanto, quando apresentou o resultado o PSDB não conseguiu comprovar nenhuma fraude ou indicação de adulteração do programa, restringindo o documento a indicar sugestões de melhoria para o processo.

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E ainda assim apresentou sugestões que já estavam em vigor como testes periódicos e sistema biométrico.

Mudança de rumo

Agora o partido entende que o único caminho para o #Impeachment passe novamente pelo TSE já que parece não acreditar no processo político iniciado pelo Presidente da Câmara Eduardo Cunha. Um dos principais motivos para a alteração da estratégia tucana foi a decisão do STF de definir o rito do impeachment com a possibilidade do Senado arquivar o pedido.

Além disso, a comissão especial que analisará o pedido deverá ser formada por indicação dos líderes e não poderá ter chapa avulsa de acordo com a decisão do TSE. Esses fatores fizeram com que o PSDB não acreditasse na possibilidade de sucesso do processo de impeachment.

TSE como solução?

Em relação ao TSE os Tucanos entendem que existem provas suficientes para a impugnação da candidatura da chapa Dilma/Temer e assim acreditam num novo processo eleitoral para que um representante legitimado pelo voto possa conduzir o país ao crescimento econômico e social.

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O processo em tramitação no TSE também tem condições de ir a julgamento primeiro e a cada dia recolhe mais provas de que a campanha petista contou com dinheiro de propina fornecido pelas empresas envolvidas na Lava Jato. Segundo O Globo, o PSDB pediu que fossem ouvidos seis delatores , como o dono da UTC, Ricardo Pessoa e o ex-consultor da Toyo Setal, Júlio Camargo. #Crise no Brasil