Lava jato, pedaladas fiscais e delação premiada, foram algumas das expressões mais ouvidas em 2015 quando o assunto era política. Isso porque este foi o ano de escândalos no país. Relembre alguns deles:

OPERAÇÃO LAVA JATO

A operação completou um ano em março e já levou para a prisão os maiores empreiteiros do país, como Marcelo Odebrecht, Otávio de Azevedo e o senador Delcídio Amaral, além de investigar o atual presidente da Câmara de Deputados, #Eduardo Cunha, que rompeu com o governo após as acusações de possuir contas no exterior. A Polícia Federal cumpriu um mandato de busca e apreensão na casa do presidente da Câmara.

Publicidade
Publicidade

Cunha, após o transtorno, acusou o governo de querer desviar a atenção do processo de impeachment da atual presidente, Dilma Roussef.

PROTESTOS

Em março, várias manifestações contrárias ao governo tomaram conta do país. Houve protestos em quase todas as capitais, como São Paulo, Goiânia, Recife, Salvador e outras. Os manifestos foram notícia até em grandes jornais internacionais.

Em agosto, foi a vez dos que eram a favor do mandato da presidenta Dilma Roussef. As manifestações foram organizadas pela CUT (Central Única de Trabalhadores), MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) e UNE (União Nacional dos Estudantes).

RATOS NO CONGRESSO E CHUVA DE DÓLAR (FALSO)

Como forma de protesto, um homem soltou pequenos roedores no plenário da CPI da Petrobrás, assim que João Vaccari Neto (ex-tesoureiro do PT) entrou para depor.

Publicidade

Eduardo Cunha dava uma entrevista coletiva, quando dois protestantes gritaram: “trouxeram sua encomenda da Suíça” e depois jogaram sobre ele várias notas de dólar falso com uma foto do deputado.

ÉTICA FOI O QUE FALTOU

O que era para ser a reunião do Conselho de Ética para avaliar o processo contra o presidente da câmara (Eduardo Cunha, já citado em quase todos os escândalos), virou uma completa confusão entre os deputados Welligton Roberto (PR-PB) e José Geraldo (PT-PA), que precisaram ser controlados.

(MAIS UMA) CONFUSÃO NO PLENÁRIO DA CÂMARA

Após Eduardo Cunha determinar que a votação das chapas que fariam parte da comissão especial do impeachment seria secreta, vários deputados quebraram urnas eletrônicas que estavam instaladas no plenário. Houve empurrões entre parlamentares e policiais legislativos e alguns deputados reclamaram de agressão.

ESPÉCIE DE ‘TROCA DE FARPAS’ ENTRE CUNHA E DILMA

Cunha aceitou o pedido de abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma, logo após o PT votar contra ele no Conselho de Ética.

Publicidade

Recebeu cerca de 34 pedidos de impeachment, mas só acolheu o do jurista Hélio Bicudo. Após o processo de impeachment ser aberto, o vice-presidente Michel Temer (PMDB) enviou uma carta a Dilma, na qual diz ter certeza que o governo tem certa desconfiança em relação a ele e seu partido político.

PROPINA

O delator da Lava Jato, Carlos Alexandre de Souza Rocha (Ceará), citou os senadores Renan Calheiros, Randolfe Rodrigues e Aécio Neves como supostos recebedores de propina. Ceará disse que fazia um serviço de entrega de dinheiro para os políticos, a pedido de Alberto Yousseff. #Dilma Rousseff #Corrupção