Quem acompanha as notícias sobre a #Crise econômica e política do país atualmente, sabe que este assunto terá muito o que se falar por muito tempo ainda.

É que, de acordo com a Eurasia Group, consultoria especializada em análise e divulgação de riscos políticos na mídia, a crise pelo qual o Brasil passa pode ser um dos dez maiores riscos para o cenário internacional nesse ano de 2016. A Eurasia Group publicou até um ranking para isso, no qual o Brasil se encontra em oitavo lugar.

Com esse ranking divulgado, é possível identificar uma luta pela sobrevivência política da presidenta Dilma Rousseff, pois a crise política e econômica deverá piorar durante o ano, conforme relatos da organização.

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A consultoria ainda afirma que as estratégias usadas para solucionar o problema não devem ser encaradas com tanto otimismo, pois mesmo um impeachment não mudaria o cenário político atual, ou seja, não haverá impasses se ela sair da presidência, pois seu sucessor sendo vice, não ganharia forças suficientes para alavancar a situação numa nova reforma econômica e política.

Na análise, o grupo ainda chama a atenção para a operação Lava Jato, a qual obteve grande destaque devido ao suposto envolvimento do Partido Trabalhista (PT) nas operações, relatando que durante sua permanência na política a presidenta ficará sempre vulnerável a esse caso e poderá até impactar suas ações, já que a operação servirá de motivo para trazer à tona novos indícios de irregularidades dentro do partido, possivelmente, gerando novas manifestações de pedidos de impeachment.

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O ranking dos dez maiores riscos internacionais de 2016 tem em primeiro lugar a ligação entre EUA e a União Soviética, que promete gerar um grande impacto global. Na segunda posição está a possibilidade da Europa fechar suas fronteiras para refugiados. Em seguida, vem a desaceleração da China gerando mais um impacto global, e na quarta, o terrorismo do Estado Islâmico.

A instabilidade interna da Arábia Saudita é a quinta posição. A sexta fica por conta dos influentes do meio tecnológico nas decisões de assuntos internacionais. A sétima é do encorajamento de líderes polêmicos como Recep Tayyip Erdogan e Vladimir Putin.

E por fim, o Brasil, em oitavo lugar, relacionando-se com a nona e a décima posição, onde o principal assunto é a situação política de países emergentes. #Crise econômica #Crise no Brasil