No último domingo, 24, a presidente Dilma Rousseff concedeu uma entrevista ao jornal ‘El Comercio’ do Equador onde afirmou que o Brasil apenas está passando por “dificuldades temporárias” e por uma “transição econômica, mas que não classifica o país como paralisado.

#Dilma Rousseff irá na terça-feira, 26, para Quito que a capital do Equador, lá ela irá participar da cúpula da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos. A entrevista se deu de forma escrita e a presidente também falou sobre diversos temas envolvendo os demais países da América do Sul, como a situação econômica e política, discorreu ainda sobre as Olimpíadas do Rio de Janeiro como também não teve como fugir do tema das investigações de #Corrupção na Petrobras.

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'MOMENTOS DIFÍCEIS' NA VENEZUELA

Quando foi questionada sobre a situação política na região, Dilma Rousseff afirma que vê com total naturalidade a alternância de poder, e minimizou sobre a possibilidade de surgir alguns impactos nas relações do Brasil com seus vizinhos Venezuela e Argentina, fazendo referência a vitória histórica da oposição ao obter maioria no parlamento Venezuelano e também da vitória de Mauricio Macri para presidência Argentina.

Dilma afirmou que: “Todas relações diplomáticas do Brasil com os demais países sul-americanos é, antes de mais nada, uma relação entre Nações, que todas são bem fundamentadas em projetos concretos e de interesses compartilhados. ”

Quando questionada sobre a situação política e econômica da Venezuela ela foi enfática em relação ao que o Brasil espera: “Esperamos que o governo e oposição mantenham constante dialogo em busca de superar esses momentos difíceis com boa convivência”.

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Quando os jornalistas tocaram em um ponto crítico que sua administração vem sofrendo, a Operação Lava Jato que a Polícia Federal vem com suas investigações de casos de corrupção dentro da estatal, a Dilma Rousseff falou com um tom mais ponderado que seu governo age de maneira “implacável” e irá punir todo tipo de corrupção. E destacou que a independência da Polícia Federal para investigar qualquer tipo de corrupção, ainda complementou que a Justiça brasileira deve punir todos corruptos e corruptores com base na Constituição e nas legislações nacional.