Em uma entrevista dada ao jornal El Comércio do Equador na tarde deste domingo (24), a presidente do Brasil, #Dilma Rousseff, afirmou que tudo o que está acontecendo na economia do país é devido a um período de transição econômica e dificuldades temporárias.

A presidente, que viaja nesta terça-feira (26) para Quito, capital do Equador, irá participar da cúpula da Comunidade de Estados Latino Americanos e Caribenhos (Celac). Em entrevista ao mesmo jornal, a presidente ainda falou sobre as investigações envolvendo a #Corrupção na Petrobrás, a situação econômica que vem enfrentando alguns países vizinhos e sobre os Jogos Olímpicos que acontecerão no Rio de Janeiro.

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Dilma diz estar confiante na superação dos desafios que a economia brasileira vem enfrentando, e que voltará mais forte do que nunca. A presidente ainda afirma que a economia “não parou e nem vai parar”. Ao ser indagada sobre as políticas sociais, ela pareceu bem convicta ao dizer que elas não vão parar e nem retroceder. A prova disso é de que mesmo em processo de ajustes na economia, os programas sociais criados pelo Governo Federal foram mantidos, inclusive os principais investimentos.

No Boletim Focus desta semana, a expectativa dos economistas é de que haverá uma retração do PIB (Produto Interno Bruto) em 2016 de 3%. Sobre a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a expectativa é de que chegue a 7,23%.

Em relação ao escândalo envolvendo a Petrobrás, Dilma enfatizou que seu governo foi o que mais combateu corrupção em toda história brasileira.

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A presidente ainda disse que a Polícia Federal sempre teve total autonomia para investigar denúncias de corrupção de quem quer que seja. Além da Polícia Federal, a Justiça Brasileira tem atuado de forma ímpar, punindo e julgando de forma independente.

Dilma também se posicionou sobre o pedido de impeachment que recai sobre ela. A presidente considera inaceitável uma sociedade participativa e democrática, que por motivo de divergência política possa cogitar a possibilidade de um impeachment sem nenhum respaldo político. #Crise econômica