A população brasileira se surpreende a cada dia com novas revelações sobre os escândalos de #Corrupção que assolam o País, em se tratando das investigações da Polícia Federal e do Ministério Público, desde o mês de março de 2014, deflagrando a Operação #Lava Jato em referência  às altas somas de dinheiro público desviado, envolvendo a Petrobras. 

O País está mergulhado na pior crise política e econômica de que se tem notícia e depara-se com o mais recente caso de corrupção: o envolvimento de uma das pessoas mais próximas do entorno da presidente Dilma Rousseff: seu conselheiro e ex-marido,  Carlos Franklin Paixão de Araújo.

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Carlos Araújo, advogado trabalhista gaúcho, com quem Dilma manteve um relacionamento de mais de 30 anos, atuava em organizações clandestinas, através de grupos armados, dentre os quais, o "Var-Palmares", responsável por levá-lo à prisão na  época em que o País era governado pelo Regime Militar. Posteriormente à sua saída da prisão e ao divórcio, Carlos e Dilma mantiveram seus laços de forte amizade.

O que vem à tona, é a reunião secreta entre Carlos Araújo e José Antunes Sobrinho, dono da empresa Engevix, uma  das empreiteiras encrencadas no "#Petrolão". Devido às dívidas exorbitantes e sérios problemas econômicos, além da prisão de Gerson Almada, vice-presidente da empresa, Antunes buscou desesperadamente  a intermediação de Paulo Fraga Zuch, da empresa de segmento energético da Engevix, o objetivo de promover a reunião entre o ex-marido de Dilma, Carlos Araújo e o dono da Engevix, José Antunes Sobrinho.

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Distribuição da propina

O encontro ocorreu secretamente, de acordo com as investigações da Operação Lava Jato, de modo que Carlos Araújo prometeu atuar junto ao governo Dilma em prol da empreiteira Engevix, a fim de aliviar a situação financeira de seus executivos. Descobriu-se então, que o intermediário do encontro, Paulo Such, do "braço energético" da Engevix,  efetuou um pagamento de R$ 200 mil reais ao ex-marido da presidente e a um casal de amigos. Até o momento, não há provas de que a presidente saiba de todo o ocorrido.

Provável delação

Entretanto, de acordo com a força-tarefa da Lava Jato,  os sócios representantes maiores da Engevix, José Antunes Sobrinho e Gerson Almada, hoje presos, negociam um acordo de delação premiada, o que pode resultar nos piores "calafrios" à presidente Dilma e ao seu governo, tão desacreditado e arrolado por tamanha corrupção, perante a esmagadora maioria da sociedade civil brasileira.