Com a grave crise econômica que assola o país, todos os setores estão com graves problemas, mas o maior de todos está na saúde pública. Os hospitais que atendem pelo SUS - Sistema Único de Saúde estão todos à beira do caos.

Para tentar amenizar os problemas da saúde, o #Governo tenta aprovar no Congresso nacional a volta da CPMF - Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira. Todavia, a proposta da volta deste imposto não agrada à oposição e nem mesmo a alguns deputados e senadores do próprio PT (partido da presidente Dilma).

Para tentar amenizar o impacto sobre os trabalhadores e buscar mais apoio dentro da sua base, o PT quer isentar da Contribuição trabalhadores que ganham até três salários mínimos, o que equivale a R$ 2.640,00. Para a Presidente #Dilma Rousseff, “a aprovação da CPMF é uma questão de saúde pública”, não apenas uma questão de reequilíbrio fiscal.

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O governo precisa aprovar a CPMF para tentar cobrir o rombo nas contas públicas; com a volta da contribuição é esperada é uma arrecadação de 32 bilhões de reais já em 2016.

O que é a CPMF e como ela afeta nossa vida

Para quem não lembra, é o "imposto do cheque", que aparece no extrato bancário do contribuinte todas fez que este faz uma movimentação financeira. A CPMF já existiu no Brasil e foi extinta em 2007; para os mais jovens ela será uma novidade, mas para os mais velhos já é bem conhecida.

A alíquota proposta pelo governo é de 0,02%. Para saber quanto irá pagar de CPMF em cada transação, basta multiplicar o valor do percentual sobre o valor que irá movimentar; o resultado é o que será cobrado sobre sua movimentação. Por exemplo se for comprar um carro e o contribuinte retirar R$100 mil reais do banco, pagará R$200 de imposto.

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Existem algumas transações que não pagam CPMF, como retiradas de aposentadorias, recebimento de seguro desemprego ou compra de ações da bolsa. Transferências entre contas do mesmo titular também estão isentas. O governo ainda não anunciou todas as regras para a cobrança.

Por afetar todos os setores produtivos, essa contribuição torna-se cumulativa, onerando todos os setores, e todos os contribuintes.

Qual a sua opinião sobre a volta da CPMF? Deixe seus comentários em baixo! #Crise econômica