A sucessão de escândalos que atingem o #Governo Dilma Rousseff parece não ter limites. A crise ética e política enfrentada pelo País traz à tona novos elementos que causam apreensão a um governo desacreditado pela maioria da população brasileira. Dessa vez, as investigações da Polícia Federal, através da Operação Zelotes, se aproximam perigosamente de uma das melhores amigas da presidente Dilma: a ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra.

Erenice é investigada pela Operação Zelotes, da Polícia Federal, pela suspeita de associação com lobistas envolvidos na compra de medidas provisórias que favoreceram empresários do setor automotivo, durante o final do mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e posteriormente, durante o início do governo Dilma.

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A ex-ministra chefe da Casa Civil tem um inquérito aberto em que se apura se ela se corrompeu, ou se foi "vítima", em relação à tráfico de influência exercido por lobistas que tentaram a viabilização da compra das medidas provisórias que atenderam aos seus interesses. Porém, Erenice é investigada ainda, no que se refere a um acordo assinado com uma empresa gigante de telecomunicações da China, Huawei, principalmente, em se tratando de irregularidades junto ao lobista e ex-integrante do Conselho de Administração de Recursos Fiscais (CARF), José Ricardo Silva, em relação à assinatura de contrato com a empresa chinesa.

Mansão milionária

A mais recente denúncia refere-se ao valor de compra de uma mansão, em área de alto poder aquisitivo, no Lago Sul, região nobre de Brasilia. O valor que remonta a 4,3 milhões de reais pagos pelo terreno, está em nome da empresa do seu marido, o que aumenta a suspeita da Polícia Federal sobre a  efetivação do negócio.

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A compra está em nome da empresa Gaya Participações Societárias S/A, tendo como sócio, o esposo da ex-ministra, José Roberto Camargo Campos, que possui 99% de participação. Todo o processo de compra do terreno ocorreu em julho de 2014.

A defesa

A empresa Gaya Participações Societárias S/A, em que Camargo é sócio majoritário, defende Erenice ao afirmar que a compra foi realizada "com recursos próprios" da ex-ministra, amiga de Dilma.

As investigações da Operação Zelotes seguem se aprofundando e tão brevemente poderá se saber qual o real envolvimento de Erenice Guerra nas acusações e posteriormente nos desdobramentos a serem apurados pelo Ministério Público e Polícia Federal. #Dilma Rousseff #Corrupção