A Polícia Federal comunicou que não encontrou indícios de pagamento ilegal de despesas de campanha do Partido dos Trabalhadores para eleição de Dilma Rousseff e outros políticos.

A nova fase da #Lava Jato está investigando o marqueteiro João Santana e os pagamentos recebidos por ele através de empresas offshore no exterior que receberam depósitos de empresas investigadas nesta operação. O publicitário foi responsável por campanhas políticas no Brasil e mais cinco países na América Latina e África, sendo vitorioso em muitas delas como Angola, El Salvador, Venezuela e República Dominicana.

Os delegados  disseram nas campanhas dos petistas que “os valores referentes aos pagamentos pelo préstimo de serviços de João Santana e Mônica Moura para as campanhas eleitorais de Luiz Inácio Lula da Silva (2006), Fernando Haddad (2012) e da atual presidente da República, Dilma Rousseff (2010 e 2014), totalizam R$ 171.552.185,00 não tem indícios de que tais pagamentos estejam revestidos de ilegalidades."

JUIZ SÉRGIO MORO

O juiz federal responsável pela Lava Jato declarou que ao uso de dinheiro originário de crimes ou suspeitos não devem ser usado em #Eleições.

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Segundo Moro, a contaminação com dinheiro suspeito nas eleições de outubro não podem acontecer, pois reforça o atual estado da coisa pública, que na sua visão está deteriorada.

PRECISAMOS VOLTAR À ERA LULA 

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, deu uma declaração que demonstrou que a política federal precisa renovar suas posições frente aos problemas de recessão fiscal, crise econômica e queda de investimentos.

Em entrevista ao jornalista Josias de Souza, do Portal UOL, Haddad defendeu que o modelo econômico implantando pelo ex-presidente Lula foi capaz de criar mais oportunidades e promover o crescimento do país.

“Acho que nós tínhamos que resgatar a política econômica do #Governo Lula. Tivemos, nos oito anos de governo Lula, uma política econômica irretocável. Não foi cometido um equívoco que colocasse a perder esse boom econômico que nós vivemos, com inclusão, distribuição de renda, oportunidades educacionais expandidas nas universidades e escolas técnicas.

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Acho que nós temos que resgatar os princípios basilares da política econômica do governo Lula. No primeiro mandato da presidenta Dilma houve alguns problemas que ela própria reconhece, hoje, de condução, que precisam de reparo. O resgate da política econômica do governo Lula me parece fundamental.” - afirma Haddad em entrevista ao UOL.

Além disso, ele disse que a gestão atual precisa encontrar caminhos para sair do cenário crítico, e que os partidos políticos precisam dialogar e aprovar as pautas que são positivas para o país e que a classe política, independente de ideologia, precisam renovar suas convicções em prol do país, esquecendo as rinhas políticas menores que prejudicam a todos, inclusive a população.