Diplomatas estão temerosos com relação a um possível “calote seletivo” que o Brasil pode dar em instituições internacionais. De acordo com dados do ministério do Planejamento, apresentados no início desta semana, a dívida total do país já ultrapassa a marca de quase 3 bilhões de reais, levando em consideração o câmbio atual (dólar e euro acima de 4 reais).

Devido a tal dívida exorbitante, o #Governo de Dilma Rousseff pretende criar uma Comissão Especial entre os ministérios para definir as prioridades de pagamentos do Palácio do Planalto, o que tem gerado o temor dos diplomatas.

A desvalorização do real, consequência da grave #Crise econômica que passa o país, aumentou as dificuldades do Governo de pagar pelas contribuições aos organismos estrangeiros.

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Segundo os diplomatas, isso tem arranhando a imagem do Brasil no cenário diplomático internacional, inclusive, já sendo motivo de “chacotas”, ou seja, diminuindo a legitimidade e o respeito da ação diplomática do país no mundo.

Os diplomatas alegam que o Governo não pode levar em consideração apenas questões financeiras, pois, é preciso respeitar os compromissos firmados pelo país em acordos internacionais para, com isso, preservar a imagem do país lá fora. #Recessão no Brasil