Na sua página na internet, o Instituto #Lula confirmou que o ex-presidente Lula esteve no apartamento do tipo triplex, acompanhado de sua esposa Marísia Létícia e do ex- dono da OAS, o empresário Léo Pinnheiro. De acordo com a nota publicada, Lula esteve presente somente um vez no imóvel. Segundo as informações publicadas, a intenção do ex-presidente era de adquirí-lo. O texto faz ainda duras críticas ao Ministrério Público(MP), acusando-o de querer incriminá-lo por um suporsto crime que ele não cometeu. 

A visita ao triplex, que antes não tinha sido confirmada

Após o depoimento de testemunhas ao MP de que o próprio Lula, acompanhado de Marisa e Léo Pinheiro visitaram o triplex, no Guarujá, o Instituto apressou-se em confirmar as informações a respeito.

Publicidade
Publicidade

Isto por que a negação de tal fato poderia contradizer os depoimentos oficiais.

Lula nega que seja dono do imóvel e ataca o próprio Ministério Público

A nota do Instituto Lula não poupou o Ministério Público de seus ataques. o ex-presidente classifica a investigação como uma manobra de seus opositores para desmoralizá-lo. Ele acusa a operação de ser a montagem de uma grande farsa com o objetivo único de querer incriminá-lo.

Lula nega ser o dono do imóvel. Ele atribui à sua esposa, Marisa, ser a proprietária de algumas cotas da extinta Bancoop, que era a antiga gestora do condomínio onde se encontra o tríplex. Após o processo de falência, a OAS assumiu o empreendimento.

Ao confirmar que esteve em visita ao prédio uma única vez, em 2014, Lula afirma que desistiu do negócio, pois o imóvel não se adequava às reais necessidades de sua família naquela ocasião. 

O Instituto reconhece também que Marisa esteve outras vezes no prédio, junto com seu filho, Fábio Luís.

Publicidade

Eles visitaram o imóvel que, na época, estava em reforma. Após esta visita, a mulher de Lula assinou um termo de desistência do negócio. Isto teria ocorrido em novembro de 2015. Nesta ocasião, Marisa teria optado também por receber de volta o dinheiro investido com a compra das cotas negociadas com a antiga Bancoop. Entretanto, no documento, a data era retroativa a 2009. Extamente, o ano em que o empreiteira OAS assumiu a construção do condomínio. #Lava Jato #Corrupção