O ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva (#PT) confirmou, durante encontro partidário, a sua disposição em concorrer às #Eleições presidenciais de 2018. Ele lançou um desafio a seus opositores para apresentarem um candidato competitivo. Segundo Lula, se a oposição quer voltar ao poder deve se preparar para 2018 e aceitar uma disputa democrática.  Em discurso inflamado por ocasião dos 36 anos do PT, ele disse que “sacanagem não será aceita”.

Lula foi categórico ao afirmar que se a oposição quer derrotá-lo, não deverá ser com mentiras e sim, nas ruas.  Ele disse que quando deixou a Presidência, pensou em sair do Brasil para deixar sua  sucessora, a presidenta Dilma Rousseff governar, mas hoje sente-se determinado a participar do processo ao afirmar que se for necessário e em concordância com o partido, mesmo com 72 anos à época das eleições, irá colaborar  para a manutenção do projeto político e com muito entusiasmo  para ser presidente da República.

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Lula reclamou da cobertura da imprensa em relação às acusações sobre os membros do PT e outros aliados do governo.  Ele afirmou que grande parte da imprensa se comporta como um partido político ao realizar uma cobertura parcial dos fatos com claro interesse em manchar sua imagem e desconstruir tudo o que seu governo conquistou para o povo brasileiro.

Para o ex-presidente, a disputa presidencial em 2018 deve ser através de debate de projetos. No discurso ele lembrou de uma série de realizações de seu governo, em especial a inclusão social.

Lula admitiu que a situação do Brasil não é tão boa como deveria, mas o sentimento de patriotismo e amor pelo país deve permanecer sempre, independente de sigla partidária e interesses pessoais.

Festa sem Dilma

A presidenta Dilma Rousseff não participou das comemorações do PT que teve como ponto alto o discurso de Lula.

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O motivo da ausência é sua visita ao Chile, marcada de última hora. Apesar de não estar presente ao evento, ela mandou uma carta ao partido elogiando sua militância.

Em entrevista aos jornalistas, ela afirmou que as divergências com os partidos da base do governo, destacando inclusive o PT, é normal porque fazem parte do processo democrático.