O ex-presidente #Lula, que é alvo de investigações em uma das fases da operação 'Lava Jato', quer ver seu nome fora da lista dos suspeitos de cometer ilícitos e para isso sua defesa solicitaram ao Supremo Tribunal Federal a exclusão do nome dele das investigações.

O motivo do pedido alegado pela defesa de Lula seria o fato de o Ministério Público do Paraná já estar investigando o caso e que dessa forma, não procederia que ele fosse investigado pelo também pelo STF.

Seus advogados deram entrada no recurso com o pedido da suspensão da investigação contra Lula em 26 de fevereiro. O ex-presidente está sendo investigado pelo fato de a operação Lava Jato ter descoberto 'supostas irregularidades na aquisição da cota de um apartamento Tríplex, localizado no Guarujá'.

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Além de investigar sobre a aquisição do Tríplex, as reformas e benfeitorias no imóvel também estão sendo apuradas na investigação contra Lula. A relatora do pedido acerca do fim das investigações no âmbito STF, será a ministra Rosa Weber.

A defesa do ex-presidente alega ainda que a União (STF) não tem competência para julgar o caso, pois a operação Lava Jato está sob condução do Ministério Público do Paraná e os imóveis aos quais estão atribuídas as investigações encontram-se no estado de São Paulo.

Lula nega irregularidades e acusações

O Instituto Lula, que tem emitido notas em nome do petista, alegou que o ex-presidente nunca foi o proprietário do apartamento tríplex.

Eles afirmam ainda que ele e sua esposa Marisa adquiriam em 2005 uma cota-parte sob a responsabilidade da cooperativa Bancoop.

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Quanto a essa cota-parte o Instituto disse ainda que "tudo foi devidamente declarado e tanto a Justiça, quanto a imprensa dispõem de todos os documentos dessa negociação e que comprovam esses fatos."

Embora de fato Lula tenha adquirido a cota-parte do imóvel, o Instituto disse que ele optou por não ficar com o imóvel logo após a conclusão do mesmo.

Devido a problemas financeiros da cooperativa Bancoop, a empreiteira OAS assumiu o condomínio e concluiu as obras do imóvel. A empresa OAS também é alvo de investigação nesse caso. #Investigação Criminal