A Operação #Lava Jato da Polícia Federal, conduzida com maestria e amplo respaldo popular pelo juiz Sérgio Moro, adentra-se cada vez mais em desvendar todo o processo corruptivo que se instalou na Petrobrás e em suas "entranhas", tendo agora como alvo João Santana, o principal marqueteiro das campanhas petistas de Lula e Dilma à presidência da República, especialmente nas últimas três campanhas eleitorais, de 2006, 2010 e 2014, ambas vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva e consequentemente por Dilma Rousseff, nas outras duas eleições posteriores.

A solicitação dos advogados de defesa de João Santana, refere-se ao acesso aos autos do processo de investigação que remontam a pagamentos realizados pela empreiteira Odebrecht à Santana, através dos quais, as apurações buscam desvendar a participação real de João Santana no esquema de propina que foi implantado na Petrobras, resultando em desvios bilionários de recursos públicos dos cofres daquela que é considerada, a maior estatal brasileira.

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A negativa de Moro

O magistrado responsável pela Operação Lava-Jato, juiz Sérgio Moro assinalou que a abertura de dados sigilosos que compreendem a investigação sobre o publicitário, poderia na prática, colocar em risco todo o rastreamento financeiro a ser realizado pela força-tarefa, como também uma provável destruição de provas. Basta ressaltar que a investigação gira em torno do repasse de recursos financeiros ao publicitário João Santana, em que se procura esclarecer principalmente, os recursos provenientes da empresa Odebrecht: empresa "atolada até o pescoço" em denúncias de #Corrupção, concentrando-se fundamentalmente na campanha eleitoral de Dilma para a presidência, em 2014, cuja reeleição é o principal foco das investigações. 

A defesa de Santana

O publicitário e seu principal defensor, Fábio Tofic, preferiram não comentar sobre a negativa de Moro em permitir o acesso às investigações, além da assessoria do marqueteiro afirmar que "Santana nunca negou que possui empresas no exterior".

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A força-tarefa da PF, sob o comando do juiz Moro, realiza todo o árduo trabalho de investigação que possa permitir trazer à tona, a descoberta da corrupção envolvida, e posteriormente levar à Justiça, os culpados pelos seus crimes, tendo como medida, inclusive, o ressarcimento dos cofres públicos, já que são fortes os indícios de que o dinheiro das campanhas eleitorais petistas, em se tratando da  ampla publicidade e marketing eleitoral,através do trabalho desempenhado pelo marqueteiro João Santana,possa ter sido "fruto" originado nos rombos bilionários da Petrobrás, se forem comprovadas as investigações. #Dilma Rousseff