O ano político começa com uma série de desafios para o governo federal. A manutenção do PMDB na base aliada surge como uma das prioridades para seguir avalizando a governabilidade da presidente #Dilma Rousseff, ainda envolta pela nuvem escura do processo de impeachment.

Mas, segundo o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, o Palácio do Planalto não considera a hipótese de ruptura com o PMDB. Rossetto é figura importante do primeiro escalão de Dilma e homem de confiança do governo petista. Em entrevista ao jornal Zero Hora, do Rio Grande do Sul, o ministro ainda afirmou que o país precisa concentrar energias na busca por alternativas à crise existente.

Publicidade
Publicidade

“O PMDB tem toda a sua autonomia. É um partido que faz parte do governo. Disputou e venceu as eleições. Conquistou a vice-presidência ao lado da vitória da presidente Dilma. Acredito na ampliação da responsabilidade política de governar e gerenciar o Brasil”, salientou Rossetto, lembrando a presença de Michel Temer como vice na chapa de Dilma.

Já para o mês de março, o PMDB promoverá um encontro nacional onde debaterá uma série de questões fundamentais que envolvem o centro da política brasileira. Personagens importantes da sigla se encontrarão e debaterão uma possível ruptura com o governo Dilma. Vale lembrar que Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados e responsável pela abertura do processo de impeachment, também integra a legenda.

Sobre o processo de impeachment, Rosseto diz que essa agenda só trouxe danos ao país e que a expectativa é que o processo seja derrotado de forma rápida nos próximos meses.

Publicidade

“Foi danoso ao país esse processo de impeachment aberto em 2015. É uma agenda que não tem responsabilidade alguma. Tenho a expectativa de que essa agenda possa ser brevemente derrotada e que a gente abra 2016 com um diálogo construtivo e permanente”, disse. #PT #PSDB