O presidente do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva (SP), conhecido como Paulinho da Força, sugeriu em reunião com os líderes da oposição na Câmara dos Deputados em reunião realizada na manhã da última terça-feira (16) a criação de um comitê suprapartidário para arrecadar doações para organizar atos pró-impeachment.

O objetivo do comitê é unir tanto parlamentares quanto representantes da sociedade civil para montar um grupo sólido para organizar atos contra a presidente #Dilma Rousseff. A ideia é que o “comitê suprapartidário” possa receber doações de pessoas físicas, empresas e instituições para financiar atos a favor do impeachment da presidente.

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A proposta está sendo estudada pelos oposicionistas, mas foi recebida com bons olhos pelos parlamentares de partidos de oposição.

A ideia de Paulinho da Força é oficializar o “comitê suprapartidário” e abrir uma conta bancária de responsabilidade do comitê para receber doações. O alvo principal dos opositores são as grandes instituições que já declararam ser favoráveis ao impeachment de Dilma, mas estariam abertos a receber doações de qualquer pessoa que defenda a causa. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) seria um dos principais financiadores do comitê. Paulo Skaf, presidente da Fiesp, é filiado ao PMDB e já se posicionou a favor do impeachment diversas vezes.

Movimento na Câmara                                                                                 

Já existe na Câmara dos Deputados um grupo de parlamentares que organizaram um movimento para articular ações contra a presidente Dilma Rousseff.

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Uma de suas principais articulações foi lançar um site a favor do impeachment para recolher assinaturas eletrônicas da população. Esse movimento busca apenas mobilizar e organizar os parlamentares, não possui nenhuma conta bancária nem tem a pretensão de receber doações públicas.

Movimentos na Sociedade

Já são alguns os grupos formados a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, na sua grande maioria organizados de forma online. Alguns chegam até a mobilizar algumas pessoas a saírem às ruas para protestar, enquanto outros ficam apenas no meio virtual. Talvez um dos com maior número de seguidores, o Movimento Brasil Livre, já alçou um de seus líderes, Kim Kataguiri, a colunista da Folha de S. Paulo. #PSDB #Eduardo Cunha