As coisas não andam nada boas para os lados do ex-presidente Luis Inácio #Lula da Silva, são vários indícios de envolvimento nos esquemas de corrupção que estão sendo investigados pela Operação #Lava Jato e também pelo Ministério Público.

Agora a CPI do BNDES também coloca o ex-presidente na berlinda. Segundo informações divulgadas pela revista Época o sub-redator o deputado Alexandre Baldy da bancada do PSDB de Goias, no relatório final apresentado por ele, sugere o indiciamento de Lula. O relatório será protocolado nesta  quarta-feira dia 24 de fevereiro, no documento o sub-redator aponta cinco crimes envolvendo o ex-presidente Luis Inácio.

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Ele é apontado nos crimes de trafico de influência de transação comercial internacional, trafico de influência, lavagem de dinheiro, essas ocorrências teriam ocorrido após Lula deixar o mandato de Presidente da República. Outros dois possíveis crimes foram cometidos durante a sua gestão à frente da Presidência, são eles: advocacia administrativa e corrupção passiva. Diante desses fatos o parlamentar sugere o indiciamento do ex-presidente.

Também consta no documento o registro de rejeição da convocação para prestar depoimento do ex-presidente nos trabalhos da CPI para que ele mesmo prestasse os devidos esclarecimentos, essa rejeição foi por  parte da base aliada ao governo do PT. Baldy irá encaminhar o resultado do seu trabalho para as autoridades brasileiras ara que elas tomem as devidas providências.

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O relatório apresentando pelo parlamentar  é contrário ao documento apresentado na última terça-feira pelo relator José Rocha (PR-PA), contrariar a oposição e ler seu relatório onde não aparece nenhum indiciamento contra o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva.

No documento Baldy também recomenda o indiciamento de Jose Carlos Bumlai pecuarista, e amigo pessoal do ex-presidente. Bumlai  já está preso, indiciado pelas investigações da Lava Jato. Outro nome que aparece no documento do parlamentar e do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, ele é acusado de gestão fraudulenta e prevaricação.

Na última edição da revista Época revelou que o Ministério Público Federal tem documentos que comprovam que Lula fez tráfico de influência em favor da Odebrecht na Venezuela. E que a nota fiscal apresentada pela sua empresa emitiu nota fiscal para dar imagem de legalidade à operação.